.: Parte II: Pesqueiro do Rolinha :.

Como estava um pouco cedo ainda pro Gac chegar a gente deu uma enrolada num mercado ali perto da rodô, um tal de Supermercado Tanaka ou algo assim. Curioso que lá se tocava músicas tipo a dança do créu e não tinha nada de japonês, a não ser o nome do super. Aproveitei para ligar para o Ander e saber o que ele tinha decidido fazer no sábado. Não sei se acordei ele, mas ele estava com uma voz meio esquisita, meio melosa, :P. O importante é que ele topou e kart remarcado para as 17:00, eu, Ander, Gac e Boi!!!

Assim que o Gac chegou, ele me dá os parabéns e seguimos direto para almoçar no Pesqueiro do Rolinha que a Dani reservou para gente. O restaurante ficava um pouco mais longe do caminho feito em direção ao CPqD, meio que virando o fim da rua do Vitória, depois de uma passagem secreta que só a Dani conhecia. O lugar era bem estilo família. Logo na entrada eles tinham alguns peixes num tanque e um lago com pessoas pescando. A comida não era tipo 5 estrelas, mas eu voltaria lá outras vezes. Peixe fresquinho, muito gostoso.

Depois do almoço, o Boi deixa minha irmã em casa e a gente vai tudo pra casa dele enrolar, esperar o Ander e jogar PS3. Dani mostrou os livros da coleção que ela comprou para estudar e o Boi mostrou o Greed Corp do PS3. Minha dislexia me fez ler Green Corp das vezes anteriores, quando a Dani compartilhou no Reader. O jogo é baseado em turnos e é bizarro porque para obter dinheiro você precisa destruir seu terreno, além de ter de se preocupar em destruir o dos outros. Mecânica muito auto destrutiva, :P. Enfim, várias pessoas, competição, praticamente sinônimo de diversão!

No meio de uma partida de Greed Corp o Ander liga pro Boi para avisar que ele estava chegando. Acho que era o turno do Boi, então ele passa o telefone pra mim. Daí eu explico mais ou menos como ficou o esquema, o horário do kart e tudo mais. No meio da conversa, em vez de esperar o contador zerar, o Boi passa o turno dele e cai no meu e eu grito: "sacanagem"! O Ander fica sem entender nada e o Boi pega o telefone de volta pra eu terminar meu turno, :P.

.: Parte I: Praça Arautos da Paz :.

Fiquei pensando que este poderia ter sido considerado um fim de semana bom ou ruim, mas juro que não consigo totalizá-lo negativamente. Combinar o encontro foi meio confuso, apesar de ter visionado tudo com atecedência.

Sexta o Gac me liga à noite, depois de eu ter voltado da academia e me avisa que o Igor e o Jeff não poderiam mais participar e o Ander fica meio que em cima do muro, sem saber se participa ou não...

Sábado de manhã, o dia começa limpo, com o sol um pouco forte, até. Quando o Boi chega em casa, eu desço com a minha mala pra passar o fim de semana na casa dele e quase que esqueço minha mochila com os patins. Na verdade esqueci, mas minha auto checagem me fez voltar para buscá-los. A Praça dos Araútos da Paz estava tranquila e a gente pôde treinar sossegadamente. Frear ainda é complicado quando se está em alta velocidade. E tinha uma rampa no fim da ponte que eu achei muito divertido descer! No fim, você fica com bastante velocidade, divertido. Na ponte eu fiquei treinando andar de costas, seria complicado se tivesse muita gente porque achei difícil olhar para trás. Na parte sombreada tinha várias tendas montadas, meio aleatório. Patinando mesmo estava um cara lá, uma criança gordinha com o pai, eu, minha irmã, o Boi e a Dani.

Bom, o meu tombo veio depois de descer duas vezes da rampa, eu desci a terceira, fiquei olhando mais pra baixo que das outras vezes e acabei perdendo estabilidade. Hmmm, na hora senti dor, fiquei um tempinho no chão fazendo uma análise da minha situação e concluí: "ouch!". Depois eu me levantei para lavar as mãos que tinham sido raladas no asfalto. Minha mão esquerda estava dolorida, imaginei que pudesse ter deslocado algo.

Depois disso fiquei andando mais devagar, lá debaixo das tendas mesmo, continuando a andar de costas e girando em círculos. Boi saiu explorando a praça toda, tirou algumas fotos nossas e achou interessante como foi feito a imagem da pomba da paz pintada no portal do parque. Eram duas mãos em sinal de paz.

Aproveitei para descansar um pouco e deixar o pessoal se divertir, mas como cedo ou tarde eu ia ter que ir para o ortopedista, acabei falando da dor. Daí fui me apoiando no Boi até o carro dele. Minha irmã conhecia um lugar lá, da vez que ela torceu o tornozelo, então a gente foi para esse lugar. Estava escrito: "fraturas", um nome bem sugestivo. Tirei um raio X da mão esquerda, fiz a imobilização com uma tala de tecido e ganhei a receita de um remédio. Próxima missão: encontrar o remédio!

Primeiro o Boi foi para a farmácia do Carrefour Bairro. Mostrei minha receita e nada. A atendente indicou outro local um pouco mais adiante dizendo que vendiam remédios controlados. A gente foi e nada também. Dessa vez o atendente informou que na frente do Dalben tinha duas farmácias. Logo na primeira, o remédio foi encontrado, a mocinha pediu pra que eu preenchesse a receita com algumas informações pessoais minhas e arquivou minha receita em troca do remédio. Na bula estava escrito que ele não era um narcótico. Boi disse que se precisava informar isso, boa coisa não podia ter sido o motivo pelo aviso. Enfim, primeira quest: done!

.: Zoológico em Itatiba :.

Devo aqui umas desculpas a mim mesmo por tanto tempo sem escrever. Janeiro foi um ano que começou ótimo! Não posso deixar de mencionar do reencontro com o Igor, que se mudou para Sampa recentemente. Eu, Igor e GaC demos um rolê por Sampa em um fim de semana, assistimos o filme "Onde Vivem os Monstros" (excelente, introspectivo e quem puder assista!), almoçamos no Outback, assistimos alguns episódios de Numb3rs (com uma legenda tosca que depois foi retirada), jogamos uma versão de Monopoly em cartas e Poker (que eu não entendo nada pra variar). E provamos do famoso pão com mortadela do Mercado Municipal! Opa, delícia! Jeff não estava conosco em Sampa, mas certamente foi lembrado. GaC, valeu pela hospitalidade e Igor valeu pela companhia! Esperam que possam vir aqui pra Campinas este mês (e o Jeff, claro).


E esse final de semana foi de passeio. Sábado marcamos de ir no zoológico de Itatiba (link). Parque bem simpático, passamos a manhã toda por lá, curti mesmo. O sol não estava tão forte, mas também me encapotei com boné e muuuito filtro solar. A Dani disse que dessa vez não alimentou vampiros e tirou só um tubinho para o exame de sangue. Depois de passar aqui em casa, o Boi foi buscar o Goleiro e então a gente seguiu para o zoológico. Tinha um restaurante/lanchonete do lado de fora, e também uma salinha com vários troféus de futebol do time do Morro Azul. A gente comeu uns salgados enquanto esperava o Zé e a Junia chegarem. As placas pediam pra dar uma voltinha meio torta no morro no estacionamento do parque que provavelmente era desnecessário (Boi percebeu quando saiu do estacionamento).


A gente comprou as entradas e o Boi tirou umas fotos da gente lá dentro com o Milestone dele. A Junia também tirou, acho. E o Goleiro contou umas histórias bizarras sobre uns caras do Japão que ficam tirando fotos das meninas de saia em escada rolante. O detalhe é que elas andam de saia no inverno. :P. Logo da entrada dava pra ouvir uns barulhos de aves e um som bizarro que parecia um tambor. Na entrada algumas araras e uma plaquinha explicando um pouco sobre evolução. Bem torto as setinhas, como assim? Pterodáctilo apontava tiranossauro que apontava pra ave que sei lá, não lembro direito. Em seguida a gente entrou numa câmara. Era um viveiro de aves, na verdade. Tinha uma que era azul, não consigo me lembrar de animais azuis. Azul na natureza é raro, tem nossa íris e baleia azul? Nunca vi uma baleia azul de perto também... Como os viveiros eram um do lado do outro, acho que as aves conseguiam passar para o viveiro vizinho se entrasse junto quando alguém abrisse a grade. Tinha um faisão com um adorno de samurai em volta do pescoço. Achei mais parecido com o de um faraó, enfim.


Depois dos viveiros a gente descobre o porquê do barulho de tambor. Eram fêmeas de emas que faziam aquele barulho. Saía meio que da barriga delas, era bizarro. Ema, ema, ema, mas não era ema não, era emú! Emú, emú, emú, pensa aí uma rima com mú! Bichos estranhos, tinha três emús por lá, acho. Uma delas estava bem perto da gente e colocava o pescoção para fora da grade, sei lá se ela queria nos pegar. Próxima atração era um lago beem grande, do outro lado tinha umas antas, umas tartarugas e um cervo. Eles estavam longe, tinha que dar uma voltinha do outro lado do lago para poder ver mais perto. Uma espécie de barranco ficava do outro lado do lago e o caminho a frente era entre o lago e esse barranco. No barranco parece que alguns passarinhos nervosos tinham feito ninho. Boi encarou um deles que ameaçou ataque, eu dei um pulão e trombei com o Goleiro, coitado. No fim, tinha uma bifurcação no caminho e num deles tinha um desses passarinhos, ou seja, para atravessar o caminho era preciso encarar um passarinho nervoso. O Zé queria uma música de boss fight, mas ninguém tinha ela no cell, peninha...


O caminho depois tinha um cheiro terrível, a gente andou rápido porque em cima tinha muitos ninhos. E nos ninhos caem coisas. Mau cheirosas. Goleiro disse que no Pantanal é infinitamente mais populoso, com o cheiro muuuito pior. Eca. Mais adiante, tinha uma toca com dois lobos guarás. Fiquei com dó deles por não conseguirem sair daquele buraquinho. Os bichos são grandes, nunca tinha visto um lobo guará vivo de perto. As patas eram bem logas e bem peludos, eles. Depois a gente passou pela toca dos macacos. Eles eram tímidos e ficavam mais na deles, dentro das casinhas. Mais bifurcações e setinha com sei lá o que, sei lá o que, africano e jacarés. Jacarés! Na direção dos jacarés, então! A gente viu um lago com um jacaré boiando num canto e outro imóvel com a boca aberta do outro. No meio do laguinho, mais macacos. Alguém ficou se perguntando como eles eram alimentados, porque ficavam no meio do lago dos jacarés... Enfim.


Andando mais a gente vê um rinoceronte ao longe. E agora sim emas. Muitas delas. Emas comendo grama ao redor de muita... Grama. E adubo para grama. Emas, avestruzes, sei lá. Tinha umas cadeirinhas de frente para as emas e o pessoal sentou para dar uma parada. Perto das emas tinha um pássaro com a cabeça toda espetada e a Dani gostou quando um deles bicou uma ema/avestruz que saiu correndo e gritando depois. Poxa, não vi essa cena. E os passarinhos de cabeça espetada foram beber água com o maior cuidado para não cair na água, ficamos todos na torcida para ver se ele caía ou não. Tinha dois desses, mas eles eram comportados e não se empurraram, não. Depois da volta a gente viu os rinocerontes mais de perto. O Goleiro explicou que o chifre não é osso, é tipo cabelo que se junta, sei lá. Enfim, é alguma coisa não óssea. Boi ficou filosofando sobre os joelhos e cotovelos dos rinocerontes... Zé nos iluminou dando um exemplo de um paquiderme.


Outra parada, mas com sinais de civilização. Ela ficava do lado de uma plataforma feita de madeira e para se chegar nela era preciso passar debaixo dela. Estranho, quando você está embaixo você ouve as pessoas caminhando no andar de cima. Comprei uma latinha de suco, porque eu estava sedento. Paramos para tirar uma foto também. Assim, a ideia era deixar o timer e bater uma foto, estava difícil de ver a tela por causa do sol. O Boi queria centralizar os elefantes que estavam atrás e a gente ficar ao redor. Como eu sou meio desligado, depois que liguei o timer, na pressa pensei, ueh, porque tem esse buraco aí no meio, daí eu entrei na frente, :P! Duh. Enfim, um filetezinho de madeira acabou cobrindo os elefantes também. Tinha um texto sobre elefantas e aliás. Eram todas fêmeas acho. Uma delas parecia bem velhinha e tinha muitas rugas. A gente viu os elefantes jogando lama e água sobre o corpo.







O elefante foi cortado e o V do Goleiro também, :P. O álbum todo no Picasa (link)




Outro animal que valeu a pena ver foi o tamanduá. Quando a gente foi pra Taubaté comentamos sobre tamanduás, o Goleiro disse que eles eram grandes. E ali estavam os tamanduás e eles eram grandes mesmo. Goleiro achava que eles eram ainda maiores, daí eu disse que talvez era por que ele viu na mata. Boi disse que pode ser porque o Goleiro era criança quando viu. Criança deve achar que tudo é bem grande mesmo. Enfim, mas eram grandões mesmo. A cauda deles é bem grossa, achei muito interessante. As unhas tem um formato meio pinça, imagina se eles arranharem alguém, deve cortar que nem papel.


Também vimos girafas! Achei pequenas as girafas. E achei estranho ter caminho de carro lá. Uma das girafas comia a grama enquanto a outra tentava comer as folhas das árvores. Como ela era pequena não conseguia alcançar as folhas e a gente ficou filosofando sobre Lamark e Darwin. Uma aprendeu a comer grama e a outra tentava esticar mais o pescoço com uso e desuso dele. O Boi ou o Goleiro explicaram que o pescoço delas não é flexível como eram os dos dinossauros e talz...


Na saída do parque enfrentamos um dilema, saíamos ou voltávamos para ver a trilha dos micos bizarros mutantes de experiência genética (ok, nem tanto)? O bilhete de entrada do Goleiro estava meio molhado se deteriorando, maior eco. Sei lá o que ele fez com aquele bilhete! Acho que ele tem o costume de dobrar os papeizinhos na mão dele. Enfim, a gente saiu, já devia ser depois das 13:00 e estava todo mundo com fome. A gente pegou os pratos sentou na mesa e depois eu comentei com o Zé que eu não estava com fome e ele me olhou assustado. Daí eu complementei dizendo que eu estava com fome devia ser a uma hora atrás, sabe quando você fica com fome durante muito tempo e depois ela vira outra coisa? Era por aí. Na saída o Boi comprou uma oncinha de pelúcia pra Dani. Verdade, a gente viu dois tigres também no parque. A toca deles era na parede, um deles saiu da toca e ficou desfilando de um lado para o outro umas três ou quatro vezes até entrar na toca que tinha outro tigre. Boi comentou que o tigre que desfilou achou que era a hora do outro desfilar para os visitantes, mas o tigre saiu com cara de preguiçoso e acabou entrando em outra toca, :P. Antes de ir embora o Zé e o Goleiro estavam empolgados com um tal de Ninja Assassino, filme que estava passando no cinema. Zé e Junia então se separam da nossa party.


Uóó, e isso foi apenas a parte da manhã! Ainda acabo escrevendo um livro... Voltando pra Campinas (incrível como o Goleiro pega no sono rápido nas viagens), lá pela tarde andamos de patins inline no condomínio do Boi, mas a alegria durou pouco porque o síndico vetou. O motivo foi meio tosco, riscar o chão ou algo assim, mas se for pensar, riscar os carros ou responsabilidade pela segurança faz mais sentido e concordo, mas não foram essas as justificativas. Mas deu para se divertir bem, até. Joguei um pouco de Pixel Junk: Shooter com o Boi, ganhamos até um trophy! E eu mostrei Bayonetta pro pessoal! Nossa, adorei o jogo. Cortar cabeça de anjos ao som de Fly me to the Moon, não tem preço. Também ganhei uns trophies, acho que os mesmos que eu ganhei no meu PS3. Só não joguei muito, ainda, porque estou no último chefe de Kingdom Hearts: Re Chain of Memories e quero terminar. Aquele Marluxia é um chato...


A noite a gente saiu pra assistir aquele filme que o Goleiro falou, o Ninja Assassino. Antes, eu o Boi e a Dani jantamos no Wok e o Goleiro no Subway. Ele disse que tem todo um ritual para comer lanche lá e tem mesmo. Até para depois de comer, porque ele dobra o embrulho direitinho e não sobra nada. E sobre o filme... Que loucura o filme! Comentei até com a Dani que se alguém estourasse uma espinha era capaz de jorrar uma cachoeira de sangue. Ou que se alguém precisasse pintar as paredes de vermelho era só chamar o Ninja lá que com uma pessoa já dava tinta o suficiente pra pintar todas as paredes. Enfim, eu estava meio sonado, mas tinha até que falas intercaladas com ação e eu não dormi. E a ação não era aquela explode aqui explode lá, persegue aqui, foge lá que me derrubam, eu acabei dando umas risadas e acho que não foi o único! Na volta ficamos pensando sobre a possibilidade de continuação e tal e a reposta estava nas aleatoriedades do filme. Cara árabe aparecendo do nada, quantidade de clãs, claro que pode ter uma continuação! Waah, muito nada a ver o filme. Queria que tocasse Fly me to the Moon enquanto o carinha cortava os pedaços lá, mas o Boi disse que não seria original, proque Bayonetta já faz isso :).


Wah, está tarde, ia escrever sobre o domingo, mas estou sonado. Relembrar o sábado já encheu esse post, que coisa.

.: Níver Combo, Níver Puzzle: Dani!!! :.

Uhuuu, níver divertido da Dani hoje. Na verdade, este níver foi um combo de vários eventos junto com a família dela. Nem lembro direito o que eu fiz na sexta durante o dia... Só sei que foi um dia corrido porque eu queria fechar algumas coisas no trabalho. À tarde, o meu chefe temporário reuniu toda a equipe dele para almoçar no Ranchu. E lá fomos nós, mais de duas horas jogando conversa fora. Última refeição do ano com a equipe. Aeh, de manhã o Jonatas me entregou o souvenir que o Renan trouxe da Austrália, chaveirinho muito bonitinho, por sinal. Adorei! Austrália e Nova Zelândia são dois lugar que ainda quero conhecer. Estão na minha lista de turismo :).


Eu saí sonaaado do trabalho, semana passada foi meio geek, fiquei vendo como ripar DVDs para abrir direto na TV, além de ficar baixando demos e comprando jogos na PSN. Também joguei um pouco dos jogos, claro. Até ganhei alguns trophies :)! Enfim, à tarde o Boi veio me buscar meio molhado por causa do evento de final de ano da Blue Tech que foi em alguma casa de campo de Valinhos. Ele me contou que eles se dividiram em cinco equipes, ele sendo ele da equipe amarela. No final todas as equipes foram campeãs ;).


Chegando lá na casa dele, a Dani e o Goleiro já estavam prontos para ir pra Taubaté. Foi só o tempo do Boi se trocar, praticamente. A Dani me emprestou Disgaea 3 também, estou cheio de jogos para jogar!! Será que dou conta? No caminho a Dani falou do bolão que ela participou. Ela fez um esquema de fazer o bolão do bolão com o Ander e o Goleiro também. Vamos ver o resultado, espero que eles ganhem o bolão :).


No jantar a Regina, mãe da Dani, serviu picanha de forno e nhoque. No Ranchu eu comi picanha mal passada e na janta picanha de forno, combinação perfeita pra depois capotar na cama! Não que eu tenha problemas de sono... Descobri que eu sou que nem o Goleiro, dois mestres na arte de dormir, seja lá onde for e na posição que estiver disponível. À noite deu para experimentar o New Super Mario Bros, do Wii. Parece um jogo divertido e fácil, curti. Nós quatro (eu, Boi, Dani, Goleiro) ficamos jogando meio que cada um por si, então foi meio baguncinha.


No sábado, dia 19, fomos todos para Santo Atônio do Pinhal, comer truta e comemorar o aniversário da Dani. O caminho até Santo Antônio era meio rústico, parecia até isolado no meio da floresta. Mas deu tudo certo para chegar no restaurante/pesqueiro. Lá o prato vinha com um enfeite de flor, experimentei e tinha um sabor suave. Teria sido melhor ter comido antes do peixe para sentir melhor o gosto porque eu comi a flor depois de ter comido tudo. O Goleiro contou várias histórias da viagem dele ao Japão, de como a "mãe" dele lá conseguiu fazer com que ele se acostumasse com bebidas alcoólicas, de como o pessoal comia udon rápido (ou engolia, sei lá). Ele também plantou arroz, esquiou na neve (ou tentou esquiar), pareceu divertido.







Goleiro, Boi, Dani, Regina, Takashi.




O caminho de volta foi demais também. O Boi toca bastante Black Mages quando dirige, mas daí quis trocar a trilha sonora por alguma outra que combinasse com aquele local. Na ida, ele fez questão de tocar a música de Boss de FFVII. Fazia sentido, pois como a estrada era precária, era um desafio chegar até lá. E para a volta? Bom, a Dani pegou o estojo de CDs, e foi escolhido um lá. No meio do mato, eis que toca aquele: "eeeeeeeeein unheinhá!" King Lion, omg!!! Divertido, com direito a Hakuna Matata. Meio do do mato, perfeito o soundtrack do Rei Leão. Demos uma passada na parte civilizada da cidade para tomar sovete, mas foi rapidinho...


Voltamos para a casa da Dani e mais Wii... Joguei bastante Prinny - Can I Really Be the Hero? no meu PSP, no meio tempo. No jantar cantamos parabéns para a Dani, que fez "1" ano. É, de certa forma ela fez mesmo, mas é que as velinhas disponíveis eram: 3, 4, 7 e 1, acho. Daí o Boi ficou pensando numa maneira divertida de como fazer 24 com essas velhinhas, já que não tinha o 2. (3x7+4-1). Daí comentei que até o níver da Dani era um puzzle ^^. Divertido! Mas o níver da Dani mesmo é hoje, dia 20!!


Hoje a gente acordou meio tarde, também avancei muitas fases no New Mario com o Dex, irmão da Dani. Apesar de estar em dupla, jogamos mais cooperativamente do que antes com quatro pessoas e ganhamos muitas vidas. Deu pra sentir que o jogo é bem gostoso. Almoçamos num retaurante que fica dentro de um supermercado, o Shibata. Gostosa a comida, o Boi estava meio baqueado pela manhã, mas o resto do dia pareceu sussa. Deve ter sido cansativo também, competição na sexta, depois dirigir, nossos horários tortos dormindo bem tarde, enfim... Várias coisas também. Depois do almoço fomos para a casa dos avós da Dani, que têm uma chácara. Do lado, no vizinho, as vacas me deram medo. Foi divertido procurar brotos de bambú por lá. Parecia uma quest onde a gente entrava dentro da floresta para encontrar um item chave. Fui de curioso ver o que tinha mais ao fundo, o Dex me mostrou umas plantações lá também.


Assim que voltamos para Taubaté, já estava quase tudo pronto para voltar para Campinas. Chegamos umas 9 aqui em Campinas e encontramos com o Zé pra jantar. Waaah, agora é recuperar as forças para o Natal e Ano Novo que vem aí. Esse ano de 2009 foi excelente, não tenho do que reclamar.


Parabéns de novo Dani!!! Adorei o seu níver combo. Fiquei até confuso com qual desses eventos contar como a festa de aniversário, mas creio que quando cantamos "Parabéns pra Você" a dúvida sumiu. Valeu pela festa!

.: Momento Sede do ANO: Reunion :.

Sábado o tempo passou voando. A quantidade de coisas que podíamos fazer era enorme, então tivemos que escolher só algumas, priorizando as atividades em grupo. Quase tudo fizemos em paralelo mesmo.


A coleção de cubos mágicos da Dani parece que cresceu. Cada vez que eu vou lá tem algum diferente. E nem cubos são mais, tem até um cubo que vira um treco estranho porque ele fica torto e assimétrico quando as pecinhas não estão encaixadas do jeito certo.


O Henry ficou super apegado a Power Ball. O Andy mostrou um videozinho do You Tube de um carinha girando a Power Ball a um altíssimo RPM. Ele chegava a tremer o corpo todo, muito hilário. Eu não consigo mais que 8 mil e uns quebrados. O Henry também acho que não chegou na casa dos 9 mil. O Andy acho que chega, o Boi consegue mais e o Goleiro ainda mais.


Bom, dos jogos do PS3, eu já conhecia a maioria pelas outras vezes que fui lá. A novidade foi Guitar Hero, Blaz Blue, Mushroom Wars e Wii Resort. Battle Cars, Eden, Sonic, Age of Booty e Wii Play eu já tinha jogado das outras vezes.


Os jogos da PSN são os que mais prenderam a nossa atenção. São simples e com um alto poder de viciar as pessoas. Battle Cars e Age of Booty são muito legais, mas os controles estavam de mau humor e não deu pra aproveitar muito bem deles. Ficamos perdendo mais tempo tentando configurar as coisas do que jogando. Mushroom Wars foi divertido. Se você bobear, seu oponente envia trocentos bichinhos para trucidarem os seus cogumelos. Sem perdão.


Bom, atividade envolvendo todos: Munchkin! Enquanto jogávamos Wii o Andy tentava explicar as regras. Eu não prestei atenção, fiquei é jogando o jogo do tanquinho com o Henry. Mas ok, sentamos todos no quarto, uma segunda explicação e estávamos todos jogando Munchkin. O Jeff começou a partida, do lado dele o Henry, Gac, eu, João, Fabz e Ander. Foi épico. Horas e horas e ninguém ganhava aquilo. Pedimos pizza para janta e combinamos que iríamos escolher o vencedor baseado em alguma regra aleatória se ninguém ganhasse até a pizza chegar. Nem eu entendi direito como foi que aconteceu, mas eu consegui ganhar na sorte. Fiquei matando monstrinhos de level 1/2 e subindo de nível. Daí roubei outro monstrinho de nível baixo do cara do lado e pum, game over, eu no nível 10 :P.


Depois chegou a pizza e ficamos jogando Blaz Blue enquanto isso. Um pouco de sorvete e o Andy volta pra casa e... joguinhos! Os mais divertidos foram os do Wii. O Wii Resort tinha muitos joguinhos de competição, a estilo do Wii Play. O minigame de arco e flecha precisava de treino para acertar o alvo. O de basquete precisava ter calma, fazer os movimentos certos. No joguinho de Frisbie, todo mundo menos o Boi usou o modo automático sem querer. Por causa disso eu fiz mais pontos que o Boi, Henry e Jeff juntos. Mas no modo manual o Fabz foi o que fez mais pontos. O minigame que mais surpreendeu foi o do caiaque. Eu fiquei no mesmo barquinho com o Jeff, parecia que a gente ficou para trás na maior parte do tempo, mas deu sorte várias vezes e a barberagem empurrava nosso barquinho para o checkpoint. Daí marcávamos pontos. Disputadíssimo foi o último checkpoint. Nós estávamos lá atrás, em clara desvantagem, mas a barberagem do barquinho do Henry e Boi era tanta que ele estava totalmente descoordenado. No final eu e o Jeff usamos todas as nossas forças para ultrapassar e chegar primeiro no último checkpoint, ganhando a partida por um triz!! Eu, pelo menos, fiquei esgotado, mas valeu a pena!!


O Boi encheu um colchão de ar num quarto e o Henry foi dormir lá. Era pro GaC dormir no colchão de ar, mas duh, ele não quis. Daí ficou só o Henry lá capotado sozinho. Eu confesso que estava sem sono, era mais de 3 da manhã. O GaC roubou o colchão que eu ia usar pra dormir (ok, eu que saí dele) e eu me enfiei no sofá que o Jeff estava dormindo. O Boi apareceu lá para ver se estava tudo bem, desligou o estabilizador que desligou nosso ventilador, mas daí o GaC achou outra tomada \o/! E o Boi achou estranho eu ter me enfiado lá no sofá, porque pra dormir lá eu tive que virar uma bolinha de bakugan. Eu achei que iria ouvir uma sinfonia de roncos, mas até que não? Só ouvi um ronco, que vinha do lado do GaC, acho.


O GaC acordou "cedo". Eu acordei, vi que só ele estava acordado e preferi continuar deitado mesmo. Eu vi o Boi depois, o Goleiro, mas fiquei com preguiça de me mexer. Quando resolvi escovar os dentes e voltei, já estava todo mundo acordado, menos o Henry. Depois ele tomou um banho e voltamos a jogar mais. Já era pra lá de meio dia.


Eu dividi um monte de chocolate com o Henry, que ficou entretido no cubo torto da Dani. Mais um pouco de Mushroom Wars, tentativa frustrada de fazer o adaptador funcionar para jogar Age of Booty... Saímos para almoçar numa padaria por ali. Eu comentei que estávamos indo para o próximo cogumelo e o Fabz ficou se perguntando sobre o que os bichinhos pensavam quando iam atacar um cogumelo e viam que o cogumelo do lado estava vazio.


Quando voltamos, viramos o sofá para poder posicionar a mesa no centro da sala. E jogar mais Munchkin! Outra partida épica. Eu lotei meu inventário de itens, como eu estava demorando para passar de nível e o GaC, o Boi e o Jeff estavam de nível altos decidi fazer uma aliança com o Henry que era o que tinha mais itens. Não sei porque cargas d'água o GaC nos chamou de aliança do mal, eles todos estavam com nível alto e ainda reclama? Praticamente todo mundo nível 9, por um e o Fabz nível baixo... Sei lá como ele chega também no nível 9. A cada monstrinho, a galera solta um monte de buffs para o monstrinho para que ele vença e não deixe ninguém chegar no nível 10. Bom, no fim das contas o GaC enfrenta um monstrinho de nível baixo. Eu baixo o nível dele para 8 com uma carta que eu tenho, mas ele enfrenta outro monstrinho de nivel baixo e ganha 2 níveis e passa para o 10. Game Over.


Arrumamos nossas coisas, nos despedimos na rodoviária e cada um seguiu seu caminho... Faz mais de 1 ano que não vejo todo mundo junto assim, desse jeito. Geralmente eu me encontro com um pouco aqui, outro pouco lá. O Fabz devo ter visto em algum evento e o Henry deve ter sido em Sanca a última vez que eu o vi.


Uaaaah, valeu a TODOS!! Vou guardar mais esse momento!!

.: Momento Sede do ANO: Preparação :.

Esses dois últimos dias me lembrou dos tempos de república. Muitas pessoas juntas por metro quadrado e muita diversão a cada instante. Pra combinar o evento rolaram altas discussões no Gmail e Wave. Um pouco baguçado, um pouco viajado, nada que 5 minutos de conversas não resolvessem, mas acabou sendo útil porque não faltou nada. E o mais importante estava lá, todos nós reunidos depois de muuuuito tempo.


Cada um veio de um lugar. O Fabz veio de Registro, o Henry de São Carlos, o Jeff e o GaC de São Paulo. Aqui de Campinas eu, o Boi, a Dani e o Andy. O Goleiro veio de algum lugar e apareceu mais tarde, como ele está morando lá na casa do Boi, juntou-se mais como uma espécie de NPC.


No sábado de manhã a Dani fez alguns exames de sangue. Quando ela e o Boi vieram me buscar por volta das 11, estávamos com fome, ela principalmente tinha motivos, porque estava de jejum. Comemos numa padaria ali perto e depois seguimos para a rodoviária buscar o Henry.


Chegando na rodoviária descobrimos que não tínhamos o celular do Henry. A Dani ligou para o número, mas quem atendia era outra pessoa. Então esperamos do lado de fora mesmo, até ele chegar. A Dani saiu do carro para procurá-lo. Quando o Henry apareceu foi uma surpreeeesa ver aquele cabelão. Parece que toda a rebeldia que o Henry tentava dominar despertou depois da metamorfose. Henry contou um pouco da situação dele, da faculdade, da banda, etc.


Enquanto esperávamos o Andy chegar com os demais ficamos jogando Guitar Hero na casa do Boi. O Henry nunca tinha ido lá, o Boi mostrou o apartamento rapidinho. Mas não demorou muito e logo saímos para o Dompas almoçar.


Sentamos numa mesa que batia um pouco de sol. Depois de um tempinho chegou a galera que faltava para a party ficar completa. Andy, GaC, Jeff e o Fabz que eu não via a tempos. O Henry ficou muito diferente com o cabelão, mas o Fabz apesar de estar com o cabelo comprido também parecia igualzinho da última vez que o vi.


O Henry queria muito comer camarão, então eu fui com ele pedir algum prato com camarão. Nós dois pedimos um camarão tailandês, um prato com molho curry apimentado e dividimos um outro a parte só com camarão e fritas. O Fabz pediu no Subway, o Jeff no Bon Grille, os demais não sei pra onde foram. Sentaram mais a direita e não reparei nos pratos. O Boi também soltou um trava-língua muito complicado: "Casa suja, chão sujo".


No meio do almoço o Andy saiu para fazer algum pagamento na Renner, mas voltou logo. E como havíamos combinados antes, fomos fazer as compras para o evento. Compramos refrigerantes, salgadinhos, chocolates, doces, sorvete e também uma pipoca que acabamos não usando porque não assistimos nenhum filme também.


E assim, com tudo preparado, seguimos novamente para a casa do Boi!

.: Planos versus Sonhos :.

Hoje de manhã eu parei e pensei: "Nossa, qual foi a última vez que chorei de verdade"? Daí veio na cabeça a imagem de quando eu estava cansado da minha vida em Praia Grande e comecei a estudar no quarto trancado e revoltado. Agora eu lembro que também chorei muito no VGL em outubro passado, junto com alguns amigos. Aquelas músicas me trouxeram muitas lembranças e muita vontade de sonhar de novo. Então eu procurei olhar pra mim mesmo e pensei: "Puxa, tenho planos. Mas e sonhos?". Então eu pensei logo: "Este é um assunto que merece ser compartilhado". Então eu mandei o seguinte email:




"Tipo eu tava pensando em postar algo com esse tema no meu blog: planos versus sonhos. Tipo, sonhos a gente sabe que não necessariamente vão se tornar realidade, mas nos motiva. Planejamento a gente pratica nosso lado meio visionário e bota plano de ação.


Mas mesmo assim, por que a gente precisa de sonhos, mesmo eles sendo impossíveis? Faz bem sonhar? Planejar é mais fácil de medir, pode trazer resultados, ser divididos em metas e tal."




E o Henry logo respondeu:




"Pra planejar, ao meu ver, você precisa de muita informação, pra inferir aquilo que vai ocorrer dadas certas condições associadas a certos eventos.


Com o sonho, você pode alcançar ideias sem necessariamente ter toda a base que precisa pra traçar um plano, todo esse domínio da situação.




Se você só planeja, corre o risco de ficar limitado a apenas aquilo que parece factível pra você.


Se você só sonha, pode ter sonhos impressionantes, mas distantes demais da realidade.




O ideal, pelo menos pra mim, é sonhar, e através dos sonhos, guiar os meus planos, pra chegar o mais próximo daquilo que quero."




Bonito, não? Agora outra coisa para pensar. Tenho a impressão que algumas pessoas acabam se distanciando dos seus sonhos. Indo por caminhos completamente diferentes, às vezes até conflitantes. Por quê? Será que a vida é assim mesmo? Outras pessoas continuam sonhando sempre. Eu sei que tudo precisa de equilíbrio, mas cada pessoa tem um ponto de equilíbrio tão único. Vou pensar e um dia volto a escrever sobre o assunto novamente.