.: Último dia em Campos do Jordão :.

Último dia do passeio, último post da série Carnassede de Campos! Meio enrolado combinar o passeio, mas no fim acho que valeu a pena, né? Bom espero que a Dani e o Boi tenham achado que sim.

E a party foi diminuindo, dininuindo. Dessa vez foi o Igor, Dri e Má que voltaram para Sampa para cair de volta na rotina. Espero que tenham gostado do passeio também.

Agora depois do almoço sugeri para visitarmos o Morro do Baú. Não sabia que era tão longe, mas ói... Chegando lá que coisa linda... A trilha do Morro do Baú era longona, então fizemos a do Baúzinho. Não era um lugar deserto não, vimos várias pessoas, famílias, casais. Tinha um nego meditando também lá do alto. Fui até onde deu, Boi e Goleiro foram até a ponta e a Dani sentou um pouco antes de mim. Nas fotos que tirei eu fiquei no meio. Ah, sem palavras aqui, só indo lá e vendo mesmo tudo do alto, a paisagem...



Olha só a paisagem. Do alto as coisas ficam tão maiores que a gente se sente maior também, fazendo parte de tudo.

Na volta estava morrendo de sede e comprei uma H20 superfaturada. Em casa o Goleiro ainda viu uns trecos do mestrado e comecei a escrever os meus primeiros posts...

Boi ligou o PS3, tarde preguiçosa e começamos a jogar outro board game, Munchkin Quest + Portal. Paramos a partida para sair para jantar. A ideia era caçar fondue. O primeiro restaurante estava vazio, aí decidimos ir na cidade mesmo e andando por lá encontramos um lugar bom. É, finalizar o passeio com um jantarzinho na cidade, um vinhozinho para acompanhar aquela preguiça batendo foi killer.



Jantamos n'O Vizinho. Para fechar o passeio com um brinde, né?

Em casa nem terminamos o Munchkin e no fim o Goleiro terminou com mais pontos. Gostei de ver os monstrinhos andando pelo tabuleiro, mas acho que ainda prefiro a versão só com cartas. Complexo demais ter que escolher para onde ter que ir e ser perseguido pelos monstros, hein? É o que o Tico falou com o Teco.

Em casa, foi só o tempo de dormir para acordar e ir tabalhar. E voltar com um sorrisão estampado, ainda maid porque peguei o Final Fantasy XIII-2 que comprei junto com a Dani. Faltou algo no passeio será? Acho que não. Jeff e Jack iam gostar se tivessem ido e no fim ficou bem em conta a viagem.

Carnassede na praia, na serra, em campos, onde será o próximo?

.: Churrassede em Campos! :.

Mais um dia e dia de churrassede. Segundona preguiçosa, nem saí de casa. De manhã, comemos algo e depois eu, Má, Gac e Goleiro começamos a jogar o board game Colonizadores de Catan. Pensei que ia ser uma partida rápida, mas demorou bastante. Igor aplaudiu nossa incopetência em terminar a partida porque o churrasco começou e a gente lá ainda. De manhã ainda ele e o Boi saíram para comprar os pães e o carvão.



A churrasqueira da casa. Acho que o Boi não subiu as fotos da câmera, essas do cell estão sem gente, :P

E foi o dia que passou rápido, hein?

Lá na churrasqueira o Boi inventou de combater ditado com ditado. Tipo citar um ditado que diz que X é positivo e o desafio era encontrar um outro que diz que X é negativo, ou que não X é que é positivo. Sei lá como explico. Sou enrolado como carretel quando estou com a mente preguiçosa.

A propósito, só o Ander e o grupo dele não quis participar do churrasco, não sei por onde andou...

Na janta ainda, o Má pediu para o Gac passar outro filme do Ghibli, o da bruxa Kiki, e esse eu assisti também, viu? Eu estava meio cansado já. Sou uma manteiga para esses filmes. Quando eu leio as pessoas é tão raro ver as coisas que percebo nesses filmes que é mágico.

E depois de comer, comer e beber voltamos à mesa para terminar a épica partida de Game of Thrones. E começaram as alianças. Pelo menos eu resolvi não atacar o Igor até o Goleiro me matar. E eu só lá atacando ele até morrer. Era muito pequenininha a minha ilha e eu me senti esmagado pelos dois lados que nem me toquei que tinha o mar, lerdo que sou. Acho que daria um post inteiro aqui para contar a partida toda, nos empolgamos com esse board game aí.

Os Starks saíram vencedores horas e horas depois. Outro dia que capotei, aliás sou bom de capotar, perceberam? Ainda acho meu botão de liga/desliga. Acho que o Ander vazou ainda na segunda mesmo, ele a Paty e a Lê se despediram e não nos vimos mais. Espero que tenham curtido Campos do Jordão!

.: Natureza, Chocolates e Tarundú :.

Ih, gente. Esse amanhã demorou mais de um mês, hein? Adoooro escrever, mas escrever por escrever também não, né? Enfim, deixo contar sobre os últimos dias do passeio que daí fico sem peso na consciência para escrever mais...

Bom, no dia seguinte acordamos cedinho para conhecer o horto florestal. Meio longe ele, mas essa conexão com a natureza faz falta, viu? Na entrada meus olhos brilharam com aquelas mountain bikes, lembrei do Gac ainda e me contentei com com o mini arborismo lá da entrada. Foi só o Má, Dani, Boi e eu os demais ficaram torcendo pela gente. É gostoso, viu? Se pudesse morava no meio do mato, trocava o trânsito por cavalo e celular por grilos. É, talvez não.



Natureza: Aqui subindo no alto das árvores. Com cordinha é tranquilo, apesar delas atrapalharem, né?

Passeamos um pouco mais pelo horto, Boi aproveitou e comprou uma muda de araucária para fazer bonsai com ela. Na volta fizemos um caminho alternativo e achamos um acesso que não pága pela entrada, marquei o ponto no GPS se alguém quiser entrar por lá. Lugar ótimo para um piquenique e eu estou precisado, viu? Fazer um banquete no Taquaral depois do trampo qualquer dia desses...

Bom, almoçamos no lugar de sempre. Até chegamos a entrar num outro restaurante lá, mas a Dri fez uma cara feia e todo mundo concordou que não era um bom lugar... E eu matei minha vontade de comer truta! Foi uma luta porque tirei tantos espinhos que foi uma terapia para a minha impaciência.

E acho que vale dizer que o programa do dia foi o Tarundú. Tudo facada lá, mas eles são super desorganizados com a cobrança e acho que monte de coisa que fizemos caiu fora da conta.

Bom, mas antes vale lembrar que visitamos uma fábrica de chocolates! Aliás, visitamos antes do almoço, mas como comer a sobremesa vem depois do prato principal, voltamos. E que delícia aquele cheirinho. Por trás dos vidros a gente já podia ver o pessoal fazendo ovos de páscoa... Comprei sorvetes que estavam uma delícia! Caros, mas gostosos. E comprei chocolates também, aqueles morrinhos pequenos tipo gotinhas.



Chocolate: Ah felicidade química, sorvetes yummy e cheirinho de infância.

Depois de sair da fábrica, o Boi dirigiu na frente para o Tarundú e a Dri seguiu logo atrás porque não sabia o caminho. Ander ficou na casa, não quis ir lá se divertir e acordar cedo, mas depois saiu para outros cantos com o grupo dele. Eu já tinha ido lá uma vez no inverno conhecer a pista de patinação no gelo, está aqui postado (link) inclusive. Chegando lá colamos no pulso aquelas fitinhas de identificação e pegamos um panfleto com as atividades e os preços.



Tarundú: No arco e flecha deu pra ver que sou uma negação. O Igor também... Gac e o Goleiro foram bem até.

No minigolf dessa vez não tive azar. Nem lembro como ficou a pontuação final, mas não fiquei tão atrás não. Boi e Goleiro tacavam nas pistas da frente, não sei qual foi melhor. As primeiras pistas eram tranquilas. Tinha uma do meio com um pêndulo traumatizante, mas que não pegou no pé de ninguém dessa vez. A última tinha um formato de vulcão, então tem que acertar o buraco de primeira, ou melhor, em qualquer tacada a bola ou entra, ou desce o morrinho, então é bem triste acertar porque não adianta aproximar a bola do buraco como nas outras.

Além do minigolf fizemos os jogos aérios que eram nada mais do que várias camas elásticas conectadas umas com as outras. E sabe o que mais? Aquilo cansa que é o ó e faz os pulmões saírem pela boca! Quem imaginaria que aquela caminha tão simpática com pessoas subindo e descendo na sua maior leveza é na verdade algo do demo?

Bom, esgotados e já na casa, ficamos mais de boinha e pedimos uma pizza no jantar. Há quem assistiu alguns filmes do Ghibli, até usei minha camiseta com o Totoro, afinal toda reunião da sede merece um filme do Ghibli.

E demos início a épica partida de Game of Thrones! Eu de Greyjoy, Gac de Lannister, Goleiro de Baratheon, Boi de Tyrell e Igor de Stark. Boi ficou um boooom tempo lendo as regras com a gente e jogamos uns dois turnos. Depois caí morto na cama e nem lembro se vi o Goleiro entrar no quarto depois.

.: Baden Baden, Catan com Contratempos :.

À noite jantamos todos juntos. Acho que foi o único dia que todo mundo se reuniu em um só lugar para fazer algo em comum. Como o pessoal não parecia tão cansado assim, (pelo contrário, estavam animados) saímos para Capivari. Não andamos muito pela cidade não, foi bem direto ao ponto, o Baden Baden Restaurante. Foi a segunda vez que vou lá. A primeira acho que estavam a Dani, Regina, Tadashi e Boi para o Festival das Cerejeiras (link) e sentamos numa das mesas do lado de fora. Dessa vez a gente sentou na parte de dentro do restaurante, comemos petiscos: bolinhos de queijo e truta, pasteizinhos e coisas assim. Dani pediu uma bela truta e o Gac pediu outro prato que não vi o que foi. A cerveja Weiss o Boi chamava de Wiis, :P. Eeee... mostarda escura rulez! Achei que tinha um gosto parecido com wasabi.



Baden Baden: Goleiro concentrado esperando a comida e Gac feliz falando alguma tosqueira. Comida chega logo!!

Depois de jantar, voltando para casa surgiu um contratempo. O Ander resolveu se dividir do grupo e passear pela cidade, enquanto a gente terminava de jantar e beber. Aí voltamos para onde o carro do Boi e Igor estavam estacionados e combinamos de voltar para casa. Ligando para o Ander parece que ele também estava pronto para voltar, só que acabou ficando preso num engarrafamento. Não vimos engarramento nenhum, acho que ele estava mais para dentro da cidade. Como todo mundo conhecia já o caminho, seguimos de volta para casa.

Assim que chegamos, comecei jogar uma partida de Colonizadores de Catan com o Gac, Goleiro e Boi. Ficamos de boinha por um tempo até se recuperar da maré alcalina. Quando a Dani achou estranho o Ander não ter dado notícias, começamos a ouvir gritos! Era o Ander tadinho, ele chegou e o portão do condomínio estava fechado. Depois o Boi foi lá abrir o portão e a Paty ficou revoltada dizendo que foi falta de consideração nossa. Foi culpa nossa o telefone estar quebrado, o celular não estar funcionando, ter polícia na rua e ninguém ficar esperando no portão do condomínio para abrir o portão na hora. Tadinho, o Ander poderia ter quebrado o pé... Ou a cabeça! E a polícia parece que estava por lá, mas em vez de ter sido chamada para entrar no condomínio para chamar a gente, podia ter prendido todos eles, tadinhos...



À esquerda "O Portão" que o Ander teve que pular e à direita "O Morro do Bauzinho" com a Dani sentadinha que escalamos na terça.

Enfim, desculpa Ander, devíamos ter ficado esperando mesmo, achamos que você iria ligar para o Boi quando chegasse, ou que no pior dos casos não fosse tão desafiador ter atravessado aquele muro, no primeiro dia não tivemos que fazer isso, mas o nossa chave eletrônica não funcionava e nem por isso deixamos de entrar com as portas da casa fechadas... Bom, voltamos a jogar mais Catan e o Gac saiu o vencedor!! O dia seguinte foi muuuuuuitíssimo cansativo, já está tarde e amanhã eu continuo postando mais!

.: Primeiro Dia em Campos do Jordão :.

Bom, sabia que frio ia fazer, mas estava um frio razoável para os meus ossos. O cansaço e a preguiça falaram mais alto e nem me preocupei em me cobrir muito. Depois de acordar, tomamos um café da manhã e saímos para passear na cidade. Perto da entrada de Campos, tem um ponto de referência legal com uma fonte e restaurantes baratos. Já Capivari tem uma multidão de gente e é onde as coisas são mais caras. No caminho, perto de onde iríamos descer, um fusca que estava bem na nossa frente perdeu a roda esquerda traseira. Quando a Dani ia comentar que a roda estava girando meio torta o treco saiu, mas o fusca não estava em velocidade muito alta e conseguiu desviar para a direita. O pneu foi para a esquerda, batendo nas motos que estavam estacionadas ali perto... Ficou uma marca no chão e o Boi lembrava do fusca toda vez que passava por ali.

A gente passou ainda num posto de informações para termos uma noção melhor dos passeios que poderíamos fazer, junto com um folder com umas informações turísticas. Bem tranquilo o lugar para descansar também, tinha uma cadeirinha de massagem bem interessante, mas na hora não vi nenhuma massagista. A gente tinha combinado de encontrar com o Igor e o Ander para o almoço, mas deu uma agarrada bem em São José e e eles ficaram meio que presos no trânsito. O Igor saiu de Sampa e o Ander saiu de Campinas. Por causa do trânsito e pela demora eles resolveram se encontrar em Taubaté para almoçar e nós almoçamos lá pela região mesmo, no Sergio's Restaurante & Pizzaria. Tinha truta ali no quilo, mas só vi depois de ter pego uns pedaços de frango e fiquei só na vontade.

Mesmo depois do almoço o pessoal ainda demorou um pouco para chegar, então descemos mais para Capivari e demos um passeio de teleférico. Uns carinhas meio que nada a ver ficavam perguntando para gente se queríamos andar a cavalo também. Goleiro achou bizarro o cara ficar perguntando inclusive no meio do carro se íamos andar a cavalo, :P.

Depois de pegar dois bilhetes para estacionamento, a gente subiu o teleférico... Era bem tranquilo, na subida não dava pra ver muita coisa, porque a montanha era íngreme e só tinha mato no chão. Dava para dar uma olhada para os lados para ver a cidade, como o dia estava aberto, foi bem bonito de se ver. De cima a gente deu umas voltas. Tinha umas barraquinhas vendendo coisinhas da cidade, mas nem vimos nada de interessante... A descida do teleférico foi mais legal, dava pra ver a cidade e as ruas bem lá do alto. E eles dava umas paradinhas às vezes... Ficamos uns segundinhos com o teleférico parado, mas não sei por que razão.



No primeiro dia demos voltas e voltas por Campos do Jordão (link)

Depois de descer compramos uns chocoloates. O Goleiro queria que desse os minutos certinhos para expirar o cartão do estacionamento e ficou dando uns moonwalks junto com o Boi. Como pretendíamos fazer um churrasco ainda, combinamos de encontrar com o Igor e o Ander no Pão de Açúcar. O super tinha dois estacionamentos, mas todos pararam no primeiro. Lá eu matei a minha vontade de tomar um milk shake. Faltava só a vontade de comer uma truta, porque no almoço a vontade ficou mesmo.

A Dani ficou na porta do Pão de Açúcar esperando o pessoal chegar. Não demorou tanto e o Ander chegou primeiro e o Igor veio logo depois. Fizemos umas comprinhas básicas no super, Gac pegou umas carnes, linguiças, Ander pegou as coisas que ele iria consumir com o pessoal que veio junto com ele, etc. Peguei um sal grosso lá, depois fui junto com a Dani pegar uns frios para comer no café da manhã.

Boi estava de guia, que já conhecia os caminhos e depois das compras foi na frente e depois a Dri e Ander vieram seguindo atrás. A casa não era tão longe assim da cidade, de dia parece que o caminho ficava bem mais rápido que da primeira vez que a Dani ficou com o mapinha procurando para onde ir. Pessoal chegou na casa e fez basicamente o que a gente fez no primeiro dia, ficou olhando os cômodos da casa, os quartos onde iriam ficar, etc. O Ander achou melhor ficar no quarto onde eu estava, junto com a Lê e a Paty. Aí eu me mudei para o quarto do Goleiro. Depois tive que mudar de novo porque a cama deles parece que estava com um dos pés quebrado e despencava com a cama em cima. Aí troquei de volta para o mesmo quarto e cama que dormi e o Goleiro ficou na cama sem a estrutura, só com a cama no chão.

.: A Casa de Campo :.

Logo que chegamos em Campos, a Dani começou a ler o mapa. O caminho que dava para o condomínio era todo tortuoso, com subidas e curvas bem acentuadas e com umas lombadas bem brutais. Para quem desce parecia tranquilo, mas para subir era triste... É perto a casa onde ficamos, ela ficava logo depois de abrir o portão do condomínio. Tivemos que abrir o portão do carro manualmente mesmo, porque a chave eletrônica estava quebrada. Foi divertido até.

Assim que chegamos demos uma geral pela casa, descarregamos as coisas e aí começamos explorar melhor o lugar. A casa era bem grande e espaçosa, mas parece que foi construída aos pedaços. O cara não tinha muita noção de uniformidade. A instalação elétrica também era bem mais ou menos, dava para ver umas gambiarras aqui e lá. O lugar era bonito, o ar puro e a casa bem confortável, isso conta bastante pontos. A companhia dos amigos conta infinitos deles.




Algumas fotos da casa. Cercados de verde, aquele friozinho... Carnaval legal, viu? Bem longe do balacobaco!

Como toda casa grande, existiam várias entradas. A mais fácil era a da copa da cozinha. Tinha uma sala com uma mesa enooorme e cheia de discos de vinil, outra bem pequena com uma mesa redondinha (mas aconchegante) e uma terceira sala com uma TV LG bem grandona, mas que tinha um HDMI fresco que não reconhecia o PS3. O meu MacBook Air foi de boa. Grudada nessa sala, ainda tinha uma sala só para a churrasqueira, toda feita de madeira. Aliás meio medonho se pegar fogo ali, no meio de tanta gambiarra elétrica, porque muita coisa era madeira. Quartos tinham 3, cada um com uma cama de casal e outra de solteiro.

Fora da casa, separada dela, tinha um chalé com uma sauna, banheira com lareira e tudo. Era bem bonitinho esse chalé, com uma escada em espiral para o segundo andar. A casa era toda térrea, só o chalé tinha escadas. Uma cama de casal mais uma de solteiro no andar de cima e outro quarto com uma cama de casal no andar de baixo.

Ainda tinha uma outra edícula, mas ela estava trancada. Parecia um depósito de entulhos, mas com estava trancada, off limits para gente.

Depois dessa exploração noturna, a gente capotou nos quartos, todos dentro da casa.

.: Carnassede: Viagem para Campos do Jordão :.

Primeiro dia do feriadão do Carnaval! Fui pro trampo cheio de bagagens parecendo uma árvore de natal... Na ida minha irmã ajudou a levar tudo para cima e depois o Goleiro me ajudou a levar as minhas coisas para casa do Boi. De lá a gente deu uma parada em Taubaté, jantou na casa dos pais da Dani e, enfim, seguimos para Campos do Jordão!



Boi contemplando a "Fonte da Referência", logo na entrada de Campos do Jordão.

Essa viagem estou rastreando os lugares que estamos indo por GPS, junto com algumas fotos de por onde a gente vai passando... O log de viagem está ficando super legal. Quando está muito nublado o sinal do GPS fica fraco e colocar o celular no bolso faz o log ficar bem impreciso, então tem que contar um pouco com a sorte também.



De Campinas para Campos do Jordão, com uma paradinha rápida em Taubaté... (link)
.: Fim de Viagem de Férias :.

E fim do tour! Brasil, :D! Postei bastante, né? Acho que documentei bem a viagem. Foi um passeio depois do outro. A alfândega foi bem sussa, :).

O Festival Mundial de Okinawa acontece de 5 em 5 anos. Uns amigos da minha mãe já fizeram o convite para retornar novamente no próximo festival junto com a minha mãe e se for tão bom como o desse ano vale a pena voltar, sim! O povo de Okinawa é muito animado!

E é uma grande festa, né? Extendendo o convite a todos que quiserem participar dessa festa! Acho que spoilei um monte aqui, :P, mas ao vivo é outra coisa! Muito, muito fun, \o/! WTG!

.: Bye Bye, Canadá :.

13:35 ainda. Mini cunfusão ainda para conferir as malas para fazer checkin para o voo para o Canadá... Voo sai só as 17:00. Chá de cadeira, :P

@Toronto Airport, :). correndo para fazer compras! só duas horas no shopping perguntando pra lá e pra cá onde eram as lojas que queria...

.: Bye, Bye Japão :.

Acabaram-se os passeios no Japão, :(. Com o passeio deixei registrado pelo caminho muitas fotos e lembranças... Valeu muito a pena esses momentos aqui, foram férias bem curtidas. Parece que estou ainda em Okinawa, que posso acordar cedinho e comer gohan com omeboshi, missô e algas, abacaxi, salmão e beber chá no café da manhã...

É diferente entrar nas lojinhas e ouvir o pessoal dizer: "Irashaimasê!", como se fosse um botãozinho que desse para apertar neles. "Itadakimasu!". As crianças todas de uniforme de marinheiro. Muito engraçado ver as guias cantando musiquinhas ao longo dos passeios. Ônibus com terceiro acento retrátil. Os carros e vans todos compactos de Okinawa e os grandōes de Tóquio. As máquinas de bebida nas ruas, algumas de cigarro... Montes de Family Mart espalhados por aí, ruas limpinhas e saquinhos de guarda-chuva na entrada para não empapar o chão com água. Portas dos táxis fechando sozinhas. O barulho dos corvos. Semáforos piando para os cegos poderem atravessar e ruas com marcas de referência. Toalhinhas úmidas descartáveis dentro de um saquinho para limpar as mãos antes de comer... Lojas coloridas e a noite cheia de letreiros iluminados. Hashi e forninho nas mesas de jantar. Árvores moldadas com cordinhas e pesos para formar desenhos com seus troncos. Muita gente de máscara cirúrgica andando pelas ruas.



Estação novamente. Pegar o trem bala foi beeeem legal, parecia que usei uma droga e comecei ver tudo rápido.

Nossa, muita coisa diferente, algumas boas e outras não tão boas assim... Fumar em restaurante acho que não é proibido, apesar de ser em algumas ruas. Enfim... Quem passou por aqui deve lembrar dessas coisas! Deve ser bem nostálgico, não? E devo ter esquecido de citar algumas porque no dia a dia a gente acaba até se acostumando, :P.

Fico muito perdido com nomes, coisas que me contam, mas pelo menos as coisas que faço ficam guardadas como um filme na minha cabeça, assim como alguns sonhos. Minha memória é mais visual e de contexto mesmo... Tenho esse hobby de escrever, acho que é o meu jeito de contar estórias...

Quem teve a paciência de acompanhar alguns dos posts, espero que tenham gostado! O Japão é um país muito interessante de se conhecer! Foi tão rápido aqui e tanta coisa ainda tem para ver. Kyoto, a neve de Hokkaido, mais ilhas e praias de Okinawa... Ver aquela chuva de sakurás todas floridas deve ser um espetáculo!

Muito bom o G+ também para postar. Não estou escrevendo ao vivo, mas não sou muito de postar na hora também, acho legal curtir o momento e escrever com mais calma depois... Postar aqui, em vez do blog é mais prático, :).

.: Seven Eleven em Shinagawa :.

Falando em Shinagawa, jantando agora numa pizzaria daqui do West II. O Fridays tava cheião...



Seven Eleven, galeria e pizzaria.

.: Akihabara! :.

Tóquio é uma cidade grandona! Quase não vi estrangeiros e o pessoal anda tudo engravatado. Não tem tanta doll como lá em Makishi, na verdade só aquelas que ficam distribuindo panfletinho pelas ruas, :). Aqui as coisas são bem comerciais.

Passeei por Akihabara! O comércio abre tarde, tipo umas 9:00 da manhã e as lojas são tipo mini shoppings, prédios com vários andares. Você entra numa e vai subindo, subindo, tudo de escada rolante. Nem comprei tanta coisa, só mais um PS Move e um cartão 32Gb classe 10. O headphone novo da Sony andei, andei, perguntei e nem sinal. Bem pequenas as seçōes de acessórios de PS3. Da Apple tinha bastante coisas e solar charge achei que teria aqui, mas só tinha em Okinawa.

Depois de ver as lojinhas descemos até Ueno de táxi. Bem perto, por sinal e deu só 710 ienes. Só tinha quinquilharia lá, foi bom só para almoçar um Okinawa sobá (encontramos o guia passeando e como ele é de Okinawa, indicou esse restaurante, sorte!), dar umas voltinhas e voltar a pé para Akihabara. No meio do caminho achei uma loja de coisa velha e achei o toca fita que minha mãe pediu. Não vende mais no Brasil e nem por aqui, pelo jeito, foi sorte eu ter visto aquela lojinha...

Vi mais lojinhas e tirei umas fotos de Akiba! Se pudesse tirava de dentro das lojas também, cada lugar colorido. Andares inteiros de games, pena que a maioria era japonês. Em algumas lojas, mostrando o passaporte, não se paga taxa de imposto e as seçōes com um sinal de overseas e coisa do gênero têm eletrônicos em inglês. Por mim ficava lá o dia todo, mas o pessoal estava com uma cara acabada, já.

Ah, fui e voltei de metrô, 160 ienes o bilhete e é super fácil andar por aqui. É tipo Sampa com menos fila. Como pagar o bilhete é eletrônico e sem gente de cara feia atrás de vidro a prova de bala, é tranquilo apertar o botão do bilhete. Isso sabendo o básico também. As estaçōes são um formigueiro só, um moooonte de gente andando de um lado para o outro. Tudo de terninho e roupa social.

No caminho do hotel tem um Seven Eleven, um Mac Donnalds, um Outback, Fridays. Que eu estou dizendo, os arredores de Shinagawa Station é enorme, :P! Por ser enorme também é fácil se localizar, quem vier aqui para o Japão pode ficar tranquilo. E se se perder é sempre bom ficar com um flyerzinho de hotel ou ponto de referência que os táxis não têm um preço absurdo. Lógico que de metrô é bem mais barato.

.: Passeios Rumo ao Sul do Japão :.

Mais passeios! Achei muito gozado o jeito de falar do guia. Ficou tudo muito em conta, almoços e jantares dos passeios inclusos, só bebidas a parte. Só um dia que foi chato porque foi avisado que as bebidas extras seriam pagas a parte e uns brasileiros beberam um monte de cerveja e quem não pediu nada teve que dividir a conta depois. Shame, shame...

E o passeio a Fujiyama foi um chá de cadeira, viu? Acordando cedo, pegando o trem bala. É bem carinho, mas estava no pacote então foi divertido. Na primeira estação o trem estava devagar, mas depois o trem disparou! Parecia que eu estava assistindo a um filme em velocidade alta.

Em Shizuoka, um ônibus estava esperando o grupo para subir a serra. Paramos na estrada para tirar umas fotos com o monte Fuji ao fundo. É de novembro a março que a neve começa a cair, então vi o monte sem a pontinha branca. Aquele monte se destaca dos outros. É muito alto!

Almoçamos em Hakone, em um restaurante em frente ao lago. O vento estava bem gelado, mas com uma segunda pele é tranquilo, só as mãos e orelhas ficam geladas. Enquanto a terceira idade ficou vendo lojinhas eu subi uma escadaria para ver toda aquela paisagem do alto, muito lindo! Dois ninjas estavam por ali!



São das estações que partimos para explorar a região. Que muito fun!

Depois foi um passeio a barco naquele lago. Estava programado um passeio de teleférico também, mas o vento estava muito gelado. Uma senhora nativa estava contando que mora nas redondezas do Monte Fuji e tem muito medo do próximo grande terremoto. Parece que de tempos em tempos acontece um terremoto forte na região.

A ida foi de trem bala e a volta toda foi de ônibus, com paradas nas estradas. Numa delas a minha irmã e minhas tias se atrasaram e o pessoal do ônibus ficou comentando se elas não tinham caído no poço que era um tal de tour de banheiro a viagem toda. E alguns banheiros são modernos e outros tão precários... Muita estória de banheiro, :P. Fico mais passeando do lado de fora mesmo, :).



A noite também é boa para passeios. Adoro o ar noturno, esteja onde eu estiver.

O tour em Yokohama foi da janela, era noite já quando atravessei a Tsurumi Bridge. Muitas e muitas fábricas ao redor, cataventos de energia eólica, navios, túneis, pontes. Reparei que em alguns carros o motorista fica do lado esquerdo. Tudo muito moderno!

.: Passeios por Tóquio :.

WTG! Muito massa está sendo conhecer o Japão. As coisas são tão interessantes que a gente fica querendo conhecer mais e entender melhor a língua daqui. Aprender a ler e voltar de novo, só para entender como o japonês vive por aqui, :).

A guia do city tour falava só japonês e aí fica complicado entender o que ela diz. Sei que ela falou Tokyo Tower e Sky Tree umas trocentas vezes durante o passeio.

O café da manhã aqui no Tobu Hotel tem mais cara de café da manhã porque no Ocean Hotel parecia uma refeição. Em Tóquio comi arroz com nori, cereais com iogurte, etc. Okinawa era melhor, aquele abacaxi docinho e suculento era excelente!

Começando o passeio paramos em uma espécie de parque do Império Meiji... Muitas árvores, portais, fonte para purificar as mãos e envolopes para escrever desejos, etc. No fim, tinha uma área que não era mais permitida a entrada do público e nem tirar fotografias... Eu tirei umas sem saber e um guardinha veio correndo falar algo que não entendi lhufas, mas o mais cômico foi quando eu dei meia volta e vi uma velhinha tropeçar na escadaria e bater de cara no chão! Tadinha, deu um grito, quebrou o óculos e ficou com o olho roxo depois. Parece que ela não quis purificar as mãos antes de entrar no pátio, portanto quem visitar um local sagrado e ver umas fontes com umas colherzinhas não deixem de se purificar, viu?

Para o almoço descemos em uma praça. Estava tendo algum festival por lá. Vi vários grupos de excursão, uma apresentação com um dragão que parecia aquele do Dragon Ball. Tinha várias barraquinhas de comércio vendendo lembrancinhas. Depois de dar umas voltas, almoçamos.

Pelo caminho vi muitos e muitos prédios enormes, trens, vias, passarelas. Foi assim até chegar na Tokyo Tower. De longe achei pequena, mas chegando lá parece grande sim, mas achava que fosse ainda maior.

Chegar na área de observação da torre até que é rápido de elevador. De lá a gente percebe como a construção é gigante. Depois da primeira área de observação subi ainda mais para uma área de observação especial... Dá para ver Tóquio toda lá do alto, é muito divertido!

No fim do passeio demos uma volta no shopping Aquapolis. E no lado de fora desse shopping tem uma réplica pequena da Estátua da Liberdade e do outro lado da rua, atravessando a passarela tem a Fuji Terebi, se entendi certo...

No jantar comi crabs!! Aquele crab mesmo que fica grande, com as patas enormes, :P. Outras coisas também, claro. Sashimi, sushi com sardinha, cogumelo, abóbora, batatinha que parecia batata doce, ervilha de soja, moyashi e umas outras coisas.

Aqui ao redor da estação de Shibuya é um formigueiro de gente. Muuuuita gente mesmo, o metrô é enorme. É divertido ver o sinal ficar verde e ver aquela muralha de gente atravessar a rua. O restaurante que tinha o crab ficava num dos prédios em frente a um dos corredores da estação e dava para ver o formigueiro da janela. Interessante.

E assim foi o city tour, bem rápido! Queria que demorasse mais tempo, porque é impossível conhever Tóquio em um dia, né? ^^!

.: Tóquio! :.

Tóquio! Visitei um parque, alguns templinhos e a torre de Tóquio, \o/! Muito massa, aqui tem muito prédio grande, :P. A Sky Tree tb era mt grande, :P!

Na frente do hotel não tem wi fi, só cabo pelo quarto. Algumas fotinhos daqui onde estou agora, é tipo uma galeria e achei wi fi aqui, :P. Acho que está muito cedo para usar skype, né? Bom, pelo menos já sei de onde posso mandar meus spams, ^^



As fotos são de Shinagawa. Muita gente por aqui, dá para pegar o metrô e sair explorando, viu?

.: Praias de Chatan :.

Visitei uma praia hoje que fica em Chatan, um bairro americano. Muito bonita a paisagem. Um casal brasileiro que já está em Okinawa há 23 anos que nos levou até lá, muito simpáticos!

Passamos num shopping perto das praias e de uma área de comércio. Parece que não vamos mais pegar as malas depois que partirmos do aeroporto daqui, então comprei outra mala de bordo que estava bem baratinho até, menos de 5000 ienes.

Depois do almoço mais entrevista no museu, acho que minha tia vai sair no jornal de novo... Ela encontrou com a professora do primário, bem velhinha já.



Praias artificiais são estranhas. Quase nem tinha gente por lá. Estava bem cedo ainda, mas estava bonita mesmo assim.

E eu subi num morrinho hoje! Acho que tinha cobra lá, mas estava entediado de ficar no museu e resolvi passear. Muito mágica a trilha, com gafanhotos que nunca tinha visto antes, caramujos enormes também. Do outro lado parecia que tinha um caminho para correr!

Comi uma raspadinha de doce de feijão com doce de arroz, bem estranho. Pela tarde soninho, ainda tenho que arrumar as malas aqui porque segunda de manhã tem que estar tudo certinho para partir para Tóquio, :D! Ainda tem a festa hoje à noite...

.: Momentos de Descontração :.

Ai, ai, queria postar umas estórias engraçadas aqui de banheiro japonês do pessoal, mas prefiro contar mesmo que umas são muito trash, :P.

Esperando agora até as 10:00 para pegar o ônibus para o aeroporto. Mais umas fotinhos... :D!




Ahhh, Okinawa... Já sintos saudades, hein? Foram momentos inesquecíveis esses, espero voltar um dia.

.: Passeios e Compras em Naha :.

Ontem dei mais uma volta pelo centro da cidade e andei de monorail, tipo um metrô daqui da cidade. O passe que ganhamos do evento de abertura dava passagem livre por um dia, mas só precisei usar uma vez mesmo. De Makishi, fui até Shuri e depois até a outra ponta, perto do aeroporto de Naha. Foi mais para ver a paisagem mesmo.

Para o almoço visitamos a casa de uma amiga da minha mãe, depois demos uma volta numa feira de frutas e, em seguida, mais voltas em um outro shopping. Ainda teve mais visitas a casinhas de primos, etc., e foi assim o dia até a hora do jantar, :P.

É esquisito, mas o pessoal daqui tem o costume de colocar dinheiro num envelopinho como boas vindas e também temos que colocar esses envelopinhos no butsudan das casinhas para agradecer, junto com presentes...

O jantar foi numa espécie de clube do bairro da cidade natal da minha mãe, Haibaru. Pessoal flashou muito a minha tia, que eles estudaram dois anos do primário com ela. Foi bem tranquilo o dia, :).

.: Mais um Jantar :.

Descobri o nome do carinha que foi jantar com a gente em Otoyá, ou algo assim... Aproveitando que visitamos a escolinha e o museu de Haebaru e a curadora Tsugiko que trabalha lá que promoveu esses encontros, perguntei para ela. Kotaro o nome dele. Já escrevi que ele não curte computadores? O amigo dele parece que é mais fluente no inglês e estudou um tempo no Canadá. Vamos ver se eles vão na festa de boas vindas de Haebaru, :).

O jantar de ontem foi num hotel bem chique. Ganhamos mais lembrancinhas. Gostei de uma pastinha com uns postais que parece ser bem legal para guardar papeis. Vimos umas apresentaçōes durante esse jantar, mais taikô, mais shisá, discursos, karatê, música... Comi sashimi de atum que era acebolado que nem no Yusuke alguma coisa de Campinas. Teve umas confusōes com as cadeiras, mas do mais foi tudo tranquilo.

Não usamos o uniforme amarelo do Brasil dessa vez, usamos um uniforme verde de São Vicente, cidade irmã de Naha. Tudo bem animado como o povo de Uchiná, :D.

O host chamou todos os países visitantes para o palco, um por um. O Brasil foi o primeiro, mas só estava o pessoal do litoral mesmo. Sei lá para onde foi o resto, sei que tem mais de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, São Paulo... Bom, pacotes diferentes, né? Pessoal do Havaí também não estava, mas tinha um monte de outros americanos. De UK só tinha uma meia dúzia e tudo de Londres. Um casal da Bolívia, enfim.

Durante o dia, um monte de jornalista tirou fotos nossas, inclusive na escolinha da minha tia. Uma das fotos da minha câmera, aliás, foi ele que tirou. Tem TV aqui no quarto, mas nem liguei. Sei que esse festival está sendo transmitido nas redes locais.

Parece que choveu bem por aqui. Quando saímos desse hotel estava um bafo quente e úmido, ainda bem que os ônibus do turismo tem ar condicionado. Fun, fun, \o/!

.: Criancinhas Japonesas :.

Dia preguiçoso até agora, visitei uma escolinha kinden garden. 3 classes da 3a. série se juntaram para fazer perguntas para minha tia. Um jornalista foi lá acompanhar a gente, moh bonitinho elas ficaram todas sentadinhas.

Depois conhecemos um museu, muito interessante as coisas dele, logo na entrada tinha uns bonecos representando os feridos da guerra, etc. Várias representaçōes do pós guerra, muita coisa sobre a imigração também. Fotos do 100 anos da imigração japonesa também estavam lá e descobri que umas fotos da minha mãe viraram artigo de museu, :P.

Depois visitamos um hall de cultura, acho que vamos lá de novo no Haibaru Welcome Party. No granito estava gravado a quantidade de pessoas que se espalharam ao redor do mundo. No Havaí era o que tinha mais, 471 e no Brasil 461. Isso só de Haibaru.



Intercâmbio cultural... Criancinhas educadinhas ouvindo e fazendo perguntas sobre o Brasil.

Ah, comi demaaaaais, demais no almoço. Na casa de uma amiga da minha mãe aqui. Ela vinha com um prato, depois outro e outro. Depois de estar todo mubdo explodindo veio com um monte de fruta.

A tarde descansei as pernas. Agora saindo aqui, outro jantar, :)!

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