.: Festa de Aniversário de Odi :.

Esse mês fizemos uma comemoração do aniversário do meu avô. Não foi um aniversário qualquer, foi o aniversário de 88 anos dele. A repetição dos números torna a data especial e, mais ainda, o 88 é um marco de longevidade. Meu avô continua com a saúde muito boa, só anda um pouco surdinho. Enfim, preparamos várias coisas, as lembranças, as danças, as músicas, a comida... Foi ele mesmo escreveu o discurso. Disse que, ao longo da vida, viveu coisas boas e ruins e que estava grato a todos pela presença e presentes. Foi o próprio que leu também, sem óculos nem nada. Minha mãe mal sentou com a gente, ficou fazendo sala porque meu avô mesmo ficou sentado junto com os primos dele. Eu sentei com meus primos, tios, etc. Hm, mas também fiquei passeando pelo salão para tirar fotos das pessoas, filmei as danças típicas, as músicas que o pessoal de Sampa veio cantar junto com minha mãe, a apresentação de artes marciais da filha do meu primo de Santos, a Bianca e tudo que aparecia. Vi monte de gente que só vejo nessas ocasiões, mais de 100 pessoas espalhadas lá pelo salão. Bom, só sei que terminando a festa eu estava podre de cansado. Antes da festa ajudei a escolher a bandeja com o cisne, especial de 88 anos. Também ajudei a escolher a imagem do convite, outro cisne. Cisne e tartaruga representam longevidade, inclusive foram tema de uma das danças que as amigas da minha mãe apresentaram na festa. Bom, fotos! As demais no Picasa mesmo (link).



Da esquerda para direita: minha tia de Campinas, eu e a minha mãe


A mesa onde sentamos. Um tio meu: Onde está a sua irmã? Eu: Aqui atrás! Tio: Nossa, está gorda, não reconheci!


Minha tia de novo, o marido dela e o meu primo daqui de Campinas
.: Diversão em PoA! :.

w00t! Mais um fim de semana épico para registrar aqui no blog! Ah, quem me dera se todos os finais de semana pudessem ser assim cercados de amigos e de coisas boas! Puxa, vem tudo de uma vez aqui na minha cabeça, tentar começar pelo começo, né?


Sexta saí do trabalho, fui para casa e de lá direto para Viracopos. Sem fila para fazer o meu checkin, foi incrivelmente rápido. Lá do céu fiquei olhando tudo ficar pequenininho e mais no alto as estradas com luzes foscas dos carros e caminhões sob as nuvens.


Chegando em Porto Alegre relembrei da vez do passeio pelas Serras Gaúchas. Aquela parede azul ao lado das escadas rolantes, a janela em que nós podemos observar os aviões decolando e pousando, parece que foi ontem. Enfim, Jeff e Jack chegaram em seguida e fomos à caça dos táxis laranja, mas só achamos os brancos mesmo. O motorista tinha um sotaque fortemente gaúcho, foi aí que caiu a ficha que eu estava fora do estado de São Paulo. Conseguimos chegar na casa da Sula com a ajuda do GPS do iPhone, olha só...


A recepção veio com baús, dois deles, dos incríveis totosinhos! O vídeo da propaganda é demais, totosinhos ainda dominarão todas as reuniões entre amigos, certeza!! Jogamos Wii até altas horas, depois. Até as três da madrugada, mais precisamente... Rayman ftw! Divertido quebrar os recordes, alternar os workouts com precision também.


No dia seguinte, Gac acorda todo mundo depois que chega do voo dele. Como dormi pouco na semana, estava com uma preguiça dantesca, mas nos levantamos todos e decidimos ir para a churrascaria Na Brasa. Os garçons são simpáticos sem ser do tipo chato, mas o melhor mesmo foram as carnes gaúchas, comi a cota de carne do mês ali. Fico salivando só de lembrar daquela picanha, da costela...






Na Brasa o nome do restaurante. Tãão bom... Hmm... Nota especial para a camiseta da Sula e do Pedro: 10!




Desde sexta o tempo ficou chuvoso, então os passeios a céu aberto ficaram de fora. Pela tarde assistimos Zombieland, aleatório no último aquilo! Tipo, zumbis! E para completar a cota de aleatoriedade o episódio de Sailor Stars em que a Haruka mostra toda sua possessividade com relação a Michiru! E Wii! Mario Tenis e altas competições de duplas. Sula e Pedro contra Drod e Jeff, Pedro e Gac contra Drod e Jeff, Gac e Drod contra Pedro e Jeff, enfim, várias partidas com vários tie breaks!


Sei lá se estou confundindo os dias dos jogos, mas sei que no domingo saímos para o Barra Shopping Sul. O Pedro não se conformava com o fato do shopping mais chique da região ter o formato de um monte de caixas de remédio. Por dentro tinha cara de shopping mesmo, almoçamos por lá, Gac e Pedro comeram lanches do Kero Ky, Sula pediu uma Baked Potato, eu e o Jeff pedimos pratos mais tradicionais e o Jack comeu no Gendai. O meu prato com picanha veio coberto com um molho de ervas que estava delicioso! Podia ter por aqui em Campinas! Depois comi um yogoberry e a textura do iogurte estava de dar água na boca! A Sula pediu também, Jeff foi de milkshake de iogurte e o Gac de sorvete. Dá para engordar muito lá no Sul, hein? Passamos no Fnac, mas nada de ingressos do VGL porque o sistema estava fora do ar. E passamos por outras lojas de eletrônicos, vimos a TV 3D da Samsung e a da Sony. Ah, ia me esquecendo, mas andamos num barco que gira na Mega Zone que era uma Hot Zone disfarçada! Era pequenininho, mas girava bem, foi bem gostoso e relaxante. Depois jogamos 45 min de boliche, éramos um monte de n00b tentando acertar os pinos!


De volta em casa, joguei bastante Monkey Ball do Wii, consegui ir até o chefe da fase dos Piratas de Caribe, mas não consegui matar aquele polvo gigante lá. Jeff e Jack se aprontam para pegar o voo de volta para Sampa, eu e o Gac ficamos assistindo um filme muito cômico chamado Crank enquanto a Sula e o Pedro ficaram ocupados em uma raid.


No dia seguinte, o Gac acorda de madrugada para pegar o voo dele e depois eu acordo para pegar o meu e voltar a trampar. Outro motorista com um sotaque ainda mais gauchês me levou para o aeroporto. Estava bem chuvoso ainda e com alguns relâmpagos. Nossa, quando voltei para casa parece que nem tive um fim de semana, voltei achando que era sexta ainda, pode? E valeu a pena, porque se pudesse ficava lá a semana toda!

.: Torto! :.

Hoje de manhã, tive um sonho bem estranho com casulos. Lembro de uma casa com um lago do lado tabém. Vivo sonhando com outros mundos, são tantas coisas esquisitas. Nesse sonho foram as criaturas do jardim. Lagartas, grilos-rato...

Saí para o carbox de manhã e escrevi o sonho (às vezes eu escrevo o que sonho) enquanto esperava pelas minhas agulhadas. Fiquei relembrando do sonho e nem mencionei algo bem interessante que aconteceu. Assim que acordei, fiquei com o tema de Zelda na cabeça! Ficou tocando aquele som, muito épico, por sinal. Acontece de acordar com uma música na cabeça.

No fim da tarde, abri meu exame de sangue, tudo perfeito, só um pouco alto uns tais de eosinófilos, pouca coisa, deve ser por conta da minha alergia. Ver o que o médico fala, depois quando ele ver o exame. Essa semana fiz exame periódico no trabalho também, tive que ver uns quadradinhos e umas retas. Achei tudo torto, sei que tenho um pouco de astigmatismo, mas parece que estava dentro do aceitável.

Ah, ontem disse pra Dani que estava com vontade de comer no Burger King, daí ela disse que era Bob's o da rodô. Devo ter dito a mesma coisa no carro quando o Boi pegou o pessoal lá na rodô. Comi lá no almoço. Quando vejo o lanche realmente fico com vontade de comer outra coisa. Não tinha aberto o Montana nem o Spoletto, então não teve jeito... Hora de ficar sem Bob's por um bom tempo! Comer o burguer não é tão bom quanto a vontade de comê-lo.

Outro dia, li na Sciam que o cérebro reforça as conexões após acertos. Ou seja, aprendemos mesmo com os acertos! Fez analogia o jogo de boliche, que melhoramos a taxa de strike após um strike feito. Meus neurônios devem ser todos tortos. Hmm... Talvez isso explique um pouco dos meus sonhos, tão tortos quanto.

.: Notas Mentais :.

Bom, vamos ver se consigo escrever sobre o tal do segundo passeio. Mas já aviso que não sei escrever muito bem sobre meu ponto de vista interno. É muito mais fácil enxergar de dentro para fora do que o contrário. Como você não se vê, precisa emprestar os olhos dos outros, como se fossem espelhos. Aí entra uma questão bem curiosa: e quando você não se enxergar mais nos olhos das pessoas?

É claro que basicamente continuo a mesma pessoa de sempre. Até porque meu cotidiano não mudou, seria contrariar a natureza da inércia. Mas tenho esse objetivo de tornar uma versão melhor do que sou. E várias dúvidas surgem no caminho. O que é algo bom, porque é a dúvida que me movimenta. É péssimo para mim não ser desafiado, sei que todos temos limites. Quero testar os meus, mas quero estar perto das pessoas também. Esse é um ponto muito interessante de escolha. Eu tento nunca ver as escolhas como uma árvore binária, sendo que ou é um caminho, ou é outro. Caminhos alternativos estão sempre a nossa volta. Se deixamos pessoas pelo caminho, ou é porque nos afastamos, ou porque elas se afastaram de nós. Mas será que sou eu que não estou acompanhando e estou ficando para trás? Por que não tentar caminhar junto? Vale ou não a pena?

E o que nos aproxima e o que nos afasta? Nossas afinidades nos aproximam, certo? Nossos objetivos em comum. E o que nos distancia? Nossas diferenças? Eu não gosto de nadar no rio, já o Gac adora. Arvorismo e escalada não é a praia dele, mas adoro. No fim, é bom saber que cada um tem o seu momento. Mas em que momento nossos objetivos nos levam para tão longe que as pessoas que estavam sempre ali do lado não estão mais?

Fiquei pensando... Acho que o que cada um tem de bom a oferecer nos aproxima. Sei que não sou um cara simpático, alegre, extrovertido. Não sei o que tenho de bom a oferecer para cada um. Para Dani, por exemplo? Somos amigos a tanto tempo e é tão bom conversar sobre as coisas que a gente faz que às vezes acho que estou enchendo a paciência dela. Sei que ela não curte ficar repetindo as coisas e eu sou meio lerdo. Bom, tem gente mais lerda que eu que não curto ficar repetindo também...

Sei que tem aqueles que gostam de ajudar os outros. Boi é um cara desses, sempre disposto. Isso me lembra que me afastei de um monte de gente assim, porque no fim das contas as afinidades pesaram para outros lados, por mais que eu achasse que estava tudo bem. E como eu sou de lua também, sei que não ajudo muito.

Bom enrolei, enrolei e passeio mental chamando certo? Como deve ser fácil deduzir eu adoro estar perto da natureza. Estar em trilhas e resorts é conveniente até, apesar de não trazer a total sensação de estar junto da mãe Terra. Tudo é preparado para nos receber no fim das contas. Mas mesmo assim é incrível estar no meio do verde, ter a areia dando espaço sob os pés, o som da água correndo. Queria ver o que tudo aquilo tem a ver comigo.



O que reflete? Vemos nos outros a nossa imagem?

A cidade agora é o ambiente natural do ser humano. Queria fugir um pouco disso, ver se encontro mais vida fora do ambiente urbano. Bom, não posso dizer que esse ano meu trabalho foi monótono, fiz tanta coisa diferente. Mas não gosto que o trabalho invada a minha vida fora dele. Acho que um chato começa a nascer quando ele fica obcecado por alguma coisa. Lembrei da conversa na pizzaria na viagem do bebum que não percebe que começou a ficar alto.

Nossa, estar livre e solto é tão bom. Yogi me disse para libertar das minhas correntes. Ainda não achei a chave, sei que não consigo sozinho e nem sei por onde começar se é que tem um começo. Por que complicamos coisas simples? Lembro do Laguna falando do simples e eu do complicado.

No fim, o passeio abriu algumas perguntas a mais. Sem respostas ainda e perguntas sem respostas estão aí para nos movimentar. Sei que muitas vezes nos perguntamos, lá no fundo, do porquê de algumas coisas. Nem sempre achamos uma resposta satisfatória. Às vezes, um passo dado para trás parece o fim dos tempos. Não sei porque estou escrevendo isso, mas achei que deveria escrever. Acho que no fim, se queremos alcançar nossos objetivos temos que agir e nos perguntar se estamos no caminho certo. Seguir em frente, então.

.: Aventuras em Brotas :.

Era para dividir este post em duas partes porque não foi só um passeio que planejei, foram dois. Mas como ficou tarde e fiquei com preguiça, vou escrever só uma parte mesmo.

Primeiro teve o passeio com a turma. O passeio "normal" a Brotas. Eu e a Dani trocamos bastante ideias para escolher as atividades, escolher o hotel, etc. Não fiz tudo sozinho. Geralmente as coisas que faço sozinho não divido, mas se é com pessoas, gosto de compartilhar desde o planejamento até a execução. Bom, foi tranquilo essa parte, algumas ligações, alguns emails e ficou tudo acertado com a agência. Depois umas instruções básicas sobre o passeio e pronto. Jeff e Gac chegaram na sexta em Campinas, Boi foi até em casa me pegar, reunimos todos para passar a noite e sair para Brotas. Okay, mas antes tenho que contar uma cena muito engraçada, pena que não tirei foto... Estava lá o Gac e o Jeff de pé, cada um com um labirinto em forma de bola que o Boi comprou na Europa, mãos erguidas olhando para o alto. Achei a cena tão engraçada, não me contive e dei umas risadas. Não sei se o Boi entendeu porque eu estava rindo, queria me esconder atrás dele porque não queria achar a cena tão engraçada, me pegou de surpresa! Bom, jogamos uma partida de Minotauro de Lego também, Gac chegou primeiro no centro, depois o Boi, Jeff e fiquei na lanterna. Muito inútil eu... Enfim. Ah, tinha um crab ali, perfeito para para fazer companhia a um pescoço solitário. Waah, eu me divirto com besteira, não tenho jeito.

No dia seguinte, comemos umas torradas, arrumamos as coisas e saímos para Brotas. Um tanto longinho de Campinas até. Boi sentiu falta da trilha sonora do Rei Leão em alguns pontos de estrada, principalmente no meio de árvores. Dani ficou com o mapinha que imprimi. Chegando em Brotas, reparamos como a cidade é pequena. Praticamente uma avenida ia numa direção, uma outra avenida ia noutra e a cidade em volta delas. A prefeitura, a praça, comércio, hoteis, agências, cinema, restaurante, tudo pertinho. A primeira coisa que fizemos foi acertas nossas atividades na agência da Ecoação, retirar nossos vouchers, pegar o mapa, pedir orientações, enfim. Era nosso ponto de partida. Deixamos as coisas no hotel, depois saímos para almoçar. Muito bom o restaurante, a comida demorou bastante, mas estava ótima. Mas não consigo comer o tanto. O que veio no meu prato, foi um pedaço enorme de parmegiana. Ainda tinha arroz e batata em outros pratos. Nossa, muita coisa. Tinha esquecido de meias, tive que comprar na cidade, Jeff comprou um calção, Gac uma toalha. Fizemos tudo meio rapidão porque o almoço demorou pacas, depois fomos para o passeio lá na fazenda Areia que Canta.

No caminho, Boi se divertiu com vários UuuuOOous! E chegando lá na recepção eu vi o braço do Gac todo roxo, parece que a tinta do saco plástico de supermercado tinha saído e manchado a pele. Ele pensou que pudesse ter sido a toalha, mas era o saco mesmo... Esperamos o instrutor que chegou com um outro casal, depois andamos mais um pouco de carro até chegar mais próximo do local do rio. Logo descendo na entrada tinha uma ponte como se fosse uma entrada. O guia explicou alguma coisa lá e depois nos levou para a nascente. Dá para entender pelo vídeo que eu postei, mas basicamente a nascente de água é coberta por cristais de quartzos muito puros, principalmente no centro. Parece sal se olharmos de perto. Se esfregarmos a areia nas mãos ela faz um barulho tipo cuíca, ou como a moça lá fez, um barulho de porco, sei lá. Eu e a Dani sentamos ali, Boi, Jeff e Gac entraram na nascente para se refrescar. Bom, os vídeos devem explicar tudo também. Se ficar de pé na areia, a sensação é de que o chão vai desaparecendo e você vai afundando sem afundar totalmente. No ponto de equilíbrio é o chão sumindo com você ali e como pode o chão sumir sem que você afunde? Paradoxal, esquisita a sensação. Sei lá se é isso mesmo também.



Primeira parada: Areia que Canta! Todo mundo empolgado, :D

Mais para frente, fizemos uma trilha numa estrada. Meio aberta ela, do lado direito tinha campo aberto, um coqueiro solitário, algumas árvores bem bonitas e a esquerda uma mata mais fechada. Andamos até chegar no rio. Uma trilha fechada no meio da mata nos levou até um local para atravessar esse rio com o apoio de uma cordinha. Tinha que enfiar o pé todo ali, nem estava muito a fim de ficar com o blosh, blosh do meu tênis depois, então fiquei por lá mesmo. Do outro lado tinha uma cachoeira que dava para sentar e ela caía forte em cima de você. E no próprio rio tinha um ponto que dava para mergulhar e sentir a corrente de água, também só filmei e tirei fotos. Entrei no rio descalço mesmo, fiquei no meio dele. Bem tranquilo de andar ali no meio da correnteza. O casal que estava com a gente ficou comigo, já que não quiseram atravessar o rio também. Aproveitei para sentar numa pedra no meio do rio, bem gostoso de ficar ali curtindo a paisagem.

Depois do passeio, aproveitamos a noite de Brotas. Descansamos no hotel, saímos para jantar. Jeff precisava pagar na agência, que na confusão da chegada não tinha pago ainda. Aproveitamos para dar uma olhada numas papetes ali a venda. Depois andamos pela cidade para ver as opções de jantar e escolhermos um bar/pizzaria e compramos uma pizza. Ponto alto foi a história da Dani do chá, altas risadas. A pizza também demorou bastante, sem fast food em Brotas.  Boi fez uma analogia da linha do tempo com o prato, talheres para calcular quando nossa pizza chegaria. Se desse tempo a gente iria para o cinema, mas de cinema mesmo, só foi a pipoca grátis que o Jeff pegou. Bom, antes disso comemos um sorvete, sempre conversando, filosofando, enfim. Conhecemos a praça mais badalada de Brotas!

No hotel ficamos conversando também, até uma meia noite mais ou menos. Antes disso, Boi e Dani foram pro quarto deles e o Gac capotou, nem quis saber de conversa. Jeff até que conversou bastante, fiz umas perguntas pra ver saber das novidades e minhas respostas eram mais do que ele queria ouvir do que respostas minhas mesmo. Acho que se eu levasse a sério estaria falando coisas completamente diferentes, mas como o passeio era para relaxar e divertir fiquei mais falando sem pensar mesmo. Enfim, acordei, tomei um banho pela manhã, café da manhã no hotel, todos arrumamos nossas coisinhas e fizemos o checkout. Iríamos passar o dia fora, então sem parada mais no hotel.

Bom, Boi seguiu o mapinha e fomos para o hotel fazenda que tinha o arvorimix que eram umas atividades de arvorismo logo pela manhã para acordar. Bom, confesso que o sol estava cruel aquele dia. Tirei várias fotos das passagens, me enrolei no começo com a cordinha, de resto achei tudo sossegado. Bem tranquilo, porque tinha muita cordinha, preferia menos delas pra ficar mais livre, mas não tinha muito jeito por questões de segurança. Pra quem nunca fez é um bom começo. Na frente estava o Boi, que já fez em 2008 e estava sossegado. Depois a Dani que estava bem a vontade também. Eu fui atrás dela, fiquei dividido  me divertindo ali entre eles e vendo o Jeff empolgado ali com sua coragem estúpida e o Gac superando o medo primal que, segundo ele, nem sabia que tinha. Dani não curtiu umas cordinhas soltas no começo, Gac travou por um bom tempo depois do arame do Mário. Boi estava longe e parecia curtir. Como eu estava no meio vi como todo mundo reagiu ali. No fim das atividades tinha a tirolesa. Acho que era 250 metros, bem rapidinho. No Alpen Parks, que fui da última vez, era uma tirolesa dupla, não sei se era maior, mas era mais alta. Aquela ali era bem rasa.



Esperando a tirolesa! Yes!!! Ah, olhando a foto lembrei que o capacete afrouxava direto!

Depois da tirolesa tinha um rapel. No caminho a Dani ficou batendo altos papos com o guia. Ele parecia calado e a Dani é quieta. Dois quietos igual a altos papos? Sei lá... ^^. Boi ficou conversando com o Gac e Jeff no caminho. Ele foi o primeiro a descer no rapel também. Depois foi a Dani, tirei as fotos, sei que ela não gosta que filme, mas valeu a pena tirar as fotos, deu para pegar uns sorriso bem espontâneo. Desci no rapel em seguida, é meio rápido a descida. A vista é linda de lá, de um lado a cachoeira com arco íris, do outro muito verde. Depois nós três curtimos a cachoreira, bem refrescante. A subida de volta também gostei, um pouco longa ela, mas deu para tirar o fôlego.



Não Dani, não estava te filmando. Mas foto pode, né?

De volta a entrada nos encontramos de novo com todos e demos uma pausa para o almoço, lá mesmo no resort. Depois fizemos uma trilha curta lá das roseiras. Tinha uns carneirinhos fazendo mééé. Dani achou fofos. Eu achei eles mééé. No caminho da trilha tinha uns dois avestruzes e um monte de cavalos. No meio da trilha tinha uma cachoeira pequena. Dava para andar sobre as pedras e chegar perto do rio. Demos uma parada ali para fotos. Mais cavalos depois, esses soltos pastando. E uns carneiros adultos também que faziam um bééé mais alto. Boi viu eles no caminho e uns outros do outro lado da cerca e tentou ajudá-los para eles se encontrarem.

No fim da trilha tinha uma cachoeira bem bonita. No primeiro nível a água caía sobre a rocha, como uma ducha natural tamanho natural. Em baixo, parecia um laguinho, depois o rio se seguia. Eu fiquei olhando lá, sentei em outra pedra perto do rio. Adoro sentar em pedras, em terra... Já outros preferem boiar na água mesmo... Dani sei lá o que ela prefere, mas não entrou na água não, aproveitou para descansar um pouco e molhou os pés perto da queda d'água. Gac molhou a carteira porque esqueceu ela no bolso enquanto mergulhava, mas por sorte guardou o celular no saquinho junto com a toalha, acho. Bom, ter os documentos molhados é triste. Gac não curtiu o arvorismo, mas em compensação adorou os banhos de cachoeiras. Jeff também prefere água a ar e terra, acho. Eu curto água até, mas quando tem iteração, acho que rapel na cachoeira e rafting vou de boa.



Recuperação de HP. Jeff parecendo um bebê grande de fralda, :P

Ah, depois desancamos ali perto da piscina, depois na rede de bambu. Deitei na grama, muito bom deitar na grama! Se eu fizer algum camping iria adorar deitar na grama para descansar! Bom, deixamos o resort, atravessamos a cidade para ir no centro do Alaya para a escalada. Os instrutores foram bem simpáticos. O cara lá do resort que bateu altos papos com a Dani parecia daqueles que curtem mais cuidar de bicho do que de gente. Bom, foi rápida as instruções e bem perto a parede para escalar. Tinham duas metades simétricas e em cada metade duas faixas com níveis de dificuldade diferentes. As do meio eram as mais fáceis e as das pontas as mais complicadinhas. Boi foi o primeiro a tentar lá. No do meio ele subiu de boa, tinha que tocar um sininho lá no topo. Eu subi para ver como era depois, nunca tinha feito, era diferente. Do jeito que o Boi falou pensei que quando eu olhasse para baixo iria parecer alto, mas eu olhei para baixo várias vezes, achei normal, :P. Sei lá, pra mim alto é quando você vê as coisas pequenas embaixo, minha noção de proporção deve ser zuada. Bom toquei o sininho lá. Jeff e Dani tentaram também. Dani escalava com naturalidade a parede, se fosse apostar, apostaria que ela chegaria no topo. Tem que usar os braços para apoiar, faltou um pouco de resistência para aguentar mais tempo a subida, talvez. Na pista difícil sei lá porque o Boi desistiu, tinha ido quase no fim. Acho que os braços travaram. Da primeira vez que subi apoiei minha perna e na segunda a cordinha segurou. Fui descuidado da segunda, na real teria me concentrado mais, acho. Muito desengonçado, depois o cara pediu para me pendurar na pedra lá, daí me pendurei nela e me soltei. Ah, depois da escalada a mão ficou bem suja, uma cutícula minha abriu um pouco também. A mão da Dani inchou um pouco.



Escalando paredes. Se todo mundo escalasse junto ia ser BEM divertido :). Será que dá para ajudar ou só atrapalha?

No caminho de volta o Jeff ficou conversando, Boi também. Fiquei mais observando ali. Gac tava mais pra lá do que pra cá, tinha que ficar empurrando ele de vez em quando no carro pra não cair em cima de mim. Gac adorou as cachoeiras, tem uns lugares que acho que ele ia adorar com água. Tem umas cavernas também que quero ir, ver depois se agendo um passeio desse tipo. Na rodô, fim da companhia dos dois, sei lá o que fizeram no resto do dia. Geralmente fico pensando o que fazer depois, fiquei conversando com a Dani para ter umas ideias. Daí ver com o Goleiro, acho que o Boi costuma chamar o Moska também, ver depois quem vai lá no que marcamos.

Ah, o segundo passeio que me referia era um passeio mental. Bom, fica para outro post!

.: 42º Festival das Cerejeiras :.

E muito para escrever no blog! Primeiro teve o passeio da Dani lá em Campos, para ver a beleza das cerejeiras. Pegamos o início do festival e já estava tudo florido. Tivemos bastante sorte. Bom, chegando em Taubaté jantamos estrogonofe caseiro, fazia bastante tempo que não comia, muito yummi! Boi atendeu uma ligação de um amigo que tinha chegado de viagem, tava alto o cara junto com os amigos dele, ^^. Dani me explicou depois lá dos caras combinando algo para depois, nem sei direito... Eu estava no outro quarto, só percebi que a conversa levou o Boi para longe, ficou bem animado :D. Experimentei um chocolate bem gostoso também. A Regina deixou escapar que tinha feito geleia de pimenta e fiquei com muita vontade. Boi levou o PS3, mas nem jogamos muito, parece que ele já estava na última quest de 3D Dot Heroes e os mapas eram mais difíceis que os anteriores. Tinha um boss de abelhona que o Boi travou, ele queria matar sem bombas. O Dex tentou com as bombas depois e conseguiu passar sussa. Dani tinha trocado de HD e dava uns bugs meio aleatórios nos jogos com trophies já ganhos também, bem weird. Lembro que no Hopi Hari o Gac comentou de Braid e fiquei curioso. E algum canal passou um programa do Mr. M, ele estava bem gordão.

Dormi bastante na sexta lá no quarto de cima com o Boi e no dia seguinte experimentei então a tal da geleia. Bem ardida, mas curti bastante. Gosto de temperos em geral. Depois os pais da Dani nos levou até Campos e comemos lá no festival das cerejeiras. Dani comprou maçã do amor, Boi comprou umas folhinhas de nori. Tinha umas músicas meio gospel, depois veio um carinha e deu um showzinho, cantava bem ele. Teve uma apresentação de taiko, acho. Boi ficou olhando lá. Também ouvi um teatrinho meio nada ver, enfim, o palco ali tinha monte de coisas.



Uma imagem vale mais do que mil palavras

Enfim, bom mesmo foi ver as cerejeiras floridas, tirei monte de fotos! Boi tirou uma minha para capa de revista de moda, :P. O jardim com as cerejeiras estava bem tranquilo para se caminhar, várias outras pessoas estavam ali para tirar fotos e ver as árvores. Elas não tinham cheiro, pelo menos não senti. Bom, mais do que escrever, mais fácil ver as fotos para saber como tudo estava lindo. Depois fomos para a cidade, ver galerias, lojas, etc. Vi um carrinho de bebê equipado com DVD para entreter o bebê, coisa dos tempos modernos. E tinha a TV 3D da Sony em exposição numa galeria. Depois andamos para o Espaço Cultural Veja. Tinha outra TV 3D ali, da LG, acho, mas parece que o óculos estava carregando a bateria. Dani não entendeu porque precisava carregar as baterias dos óculos. Lá no espaço tinha algumas atividades abertas, uma pequena escalada e patinação no gelo. Estava tudo cheio, por sinal. Tinha um teatrinho também, sei lá qual o tema, pareciam duas pessoas buscando um jeito de dizer como uma era importante para a outra, ou algo assim. Paramos num bar, apesar de cheia a cidade, nossa, lembro das imagens como se estivesse lá ainda. Da cena random de umas pessoas pedindo pro Boi uma passagem enquanto elas poderiam dar a volta, enfim. Sei que saímos no horário para buscar o Dex para jantar que ele tinha ficado em Taubaté. Estava friozinho, minha blusa era fina, ficamos um tempo debaixo de um daqueles aquecedores de rua esperando o carro.

Já de volta na casa da Dani, foi só o tempo de pegar o Dex para sair para jantar. No caminho, a Dani mostrou algumas escolas. Fiquei perguntando monte, das escolas, do closet... Muito curioso eu. No China in Box dividi um lanche com o Dex, Dani com o Boi e os pais da Dani dividiram o lanche lá. Tradicionalmente, abrimos o biscoitinhos da sorte, no meu tinha algo como "Se erguer uma rocha, cuidado para não derrubá-la no próprio pé". Só o Dex que não abriu o dele, ele estava dando uma volta no lado de fora.

No domingo, almoçamos lá no super, nem comi muito, depois joguei um pouco de Trinity Universe até voltarmos para Campinas. Ai, ai, era para escrever um parágrafo aqui, mas me empolguei e fui escrevendo montes. É tanta coisa que vem na cabeça que fico com vontade de escrever... Bom, deixo escrever o próximo passeio, então.

.: Hopi Hari!!! :.

Quando fui assistir Toy Story 3 lá no IMAX, o Jeff comentou que tinha ganho 2 bilhetes para o Hopi Hari. Então aproveitamos para marcar de nos encontrarmos novamente, Jeff, Jack, Gac e eu.

Ontem foi esse dia, um domingo que começou lindo. Talvez esse tenha sido um dos motivos que contribuiu para tanta gente ter ido ao parque. Bom, férias escolares também ajuda, vi um monte de ônibus estacionados também, então, gente indo aos montes, não faltou.

Saí umas 8:40 de casa e lá pelas 9:00 a fila da compra de passaportes na rodoviária estava imensa. O horário de saída era 9:30, pensei que meia hora seria suficiente para comprar sossegadamente. Acabei saindo umas 9:40, no segundo ônibus e ainda tinha um terceiro chegando. Muita gente!

Bom, chegando ao parque tentei ligar para o Jeff, mas caía na caixa postal. Então, liguei para o Gac, mesmo. Os três de Sampa me esperaram na entrada, aproveitando para comer algo também. Quando me encontrei com eles, o plano era de tentar os brinquedos mais afastados, mas pelo horário já imaginamos que as filas estariam bem cheias.



Tenho o mundo em mim. Ou melhor, na minha roupa. Ok, é só um globo...

Enfim, já que o jeito era pegar fila mesmo, escolhemos como o primeiro brinquedo o Surubão Direita-Esquerda, Hoooo. Do meu lado tinha umas menininhas assustadas e o do outro estava o Gac. Lá do alto, peguei minha câmera e saí filmando tudo! Até para registrar quanto tempo durava cada atração. Como nem é primeira vez que vou, aproveitei para sair filmando o que achava interessante.

Depois, tinha um simulador da Chevrolet sem muita fila e acabamos entramos nele. Os motores dos bancos eram bem grandes. Pensei que fosse 3D, mas nem era. Estava escrito 3D, poxa. O mais divertido foi que o piloto do carro era muito barbeiro, trombava em tudo. Depois que morria, ele aparecia em uma outra pista. Até em Mute City ele foi. Sem falar que na pista da República Jedi, ele era uma barberagem só. Jeff não deve ter curtido, então ele me proibiu de escolher quais brinquedos ir.

Naquela altura estava com fome. Gac ficou na fila da Montanha Mal Assombrada enquanto eu e os demais seguimos adiante para comprar um lanche e uma bebida. Mais especificamente pastel, então atravessamos o parque todo para descobrir que nada de pastel. Barraquinha fechada. Felizmete, tinha uma lanchonete lá perto e compramos nossos lanches nela. Como demoramos, o Gac largou a fila e foi comprar um lanche com a gente também. Mas quando ele chegou, a fila da lanchonete estava enorme...

Outra fila enorme que pegamos foi da Máquina Simuladora de Labirintite. Essa não deu para filmar. Ela prende bem nossos braços e pernas, a mobilidade fica limitada, mas eu filmei do lado de fora. Hmmm... Na fila, o Jack se empolgou contando sobre Metal Gear. Gac também me contou sobre como será a jogabilidade de Final Fantasy XIV. Sai ano que vem para PS3, tenho dúvidas se compro ou não. Sem mistérios no brinquedo. Uma vez nele, é tão rápido. Não é a tôa que o pessoal sempre pede bis.

Para a montanha russa, não teve jeito. Outra fila enorme, dessa vez até atravessamos o outro lado da rua! No meio do caminho tinha uma serpentina que molhava muito. Quem poderia nos salvar? O guarda-chuva do Jeff, claro! Facepalm era o gesto do Jack. Acho tão divertido pagar mico... E baixei o vídeo do Double Rainbow na fila. Queeee era aquilo! Demos altas risadas com o cara tendo espasmos ali. Nem quero imaginar o que ele estava fazendo. E para completar, Jeff avista no pau, Cléber debaixo de um Negão! E quanto maior a fila, pior o papo ia ficando.

Do outro lado da rua, o Jeff começa a ler Ranma. Daí comentaram que no mangá, todos dão em cima do Ranma, então concluí que era por isso que ele estava lendo Ranma, porque se identificava com isso. Tudo começou a fazer sentido, o livro que ele estava lendo... Enfim.

Ah, chega de bobagens porque chega a nossa vez na Montanha Gelatina Mas é Dura. E Russa. Sentei na ponta final, então aproveitei para filmar o chão na subida do carro, já que não tinha ninguém atrás mesmo. Deixei a câmera gravando, levantei as mãos e relaxei, ou pelo menos tentei, já que aquela montanha treme demais. A cabeça sai com o cérebro em curto! Rimos muito com as fotos. Eu, com a câmera em uma mão e o outro braço apoiado no carro, parecia que estava dirigindo com teto solar aberto. Jeff parecia que tinha levado um soco! Muito divertido, depois eu escaneio a foto.



Cuidado com a água fria. A maldição dos poços pode te transformar!

Depois de tanta fila, queria mais é ir para o loop, mas o Jeff não estava muito animado, então fomos para a Montanha Mal Assombrada mesmo. A fila até que andou bem, em compensação, a fila da pipoca nem andou. O Jeff ficou só na vontade e desencanou mesmo. Uma mulher cara de pau furou a fila e quando reclamaram ainda ficou ofendida, vejam só. Cara de pau sem limites. Na montanha russa também furaram a fila, usaram a tática do teatro: cadê a mamãe, mais para frente? Ééé... Só vendo. Ou rindo e rimos muito. Deu para plantar umas coisinhas no FarmVille nesse meio tempo.

Bom, a Montanha Mal Assombrada nem dá adrenalina, mas é divertida. Tudo escuro, você nem vê nada e tem que abstrair mesmo. Então eu vi. Vários deles. Flashes de luzes no escuro. É, eram só câmeras e celulares mesmo... Filmei tudo. J&J sentaram na nossa frente e fizeram umas caras engraçadas no vídeo.

Depois de ir nesse carrinho, pausa no espaço Chrevrolet para beber e tomar sorvetes superfaturados. Água de côco a 5,50! Que coisa! Enfim, me disseram que o banheiro ficava na saída a esquerda e fui na saída esquerda e realmente tinha banheiros. Mas não eram os banheiros certos, pelo jeito... Outra volta e tudo certo. Combinamos de ir para o loop depois disso, mas, adivinha? Fecharam o loop! Era muito cedo ainda, fiquei muito triste! Enfim...



Vejam. Parece uma foto comum. Mas lá dentro existem luzes...

Depois do banho de água fria metafórico, nada melhor que o banho de água fria literal. Então, atravessamos o parque todo em busca do Barco do Velho Oeste, maaaas, desativado. Até que foi bom porque aproveitamos e entramos na fila do Terror das Águas Verdes do Tietê. É, não que sejam verdes, mas eu não moro em Sampa e para mim pode ser verde mesmo. Nem tinha muita fila. Nos caracóis, tínhamos que passar por debaixo dos divisores de metal, ou por cima. Dividimos a bóia com umas adolecentes. Pelo jeito elas curtiram ali, porque era a terceira vez que elas entravam na bóia. Gac sofreu. Parece que uma serpentina, em vez de espalhar água, estava era de torneira mesmo. Conclusão, água no cofrinho. Eu me molhei também, mas me desviei bastante. Aquela água estava verde total. Acho que nunca foi trocada, então, quando vi o trequinho de álcool na saída não pensei duas vezes e dei uma passada geral nas mãos e braços.



Esse pessoal que não toma banho, viu? Depois a água fica verde!

Começou a ficar escuro, e as filas continuavam enormes. A gente queria ir no Elevador Eiffel, mas a fila desanimava. Paramos em uma barraquinha para comer hot dogs. Nem tinha mais o sabor que eu queria, mas estava com fome e comprei outro mesmo. As mesinhas estavam bem sujinhas. Os lixinhos estavam bem cheinhos. As pessoas bem porquinhas e os donos do parque bem gananciosinhos.

Depois que anoiteceu de vez, foi a hora dos fogos! Filmei rapidamente uns 10 segundos, mas meio brocha eles. Na saída me despedi do pessoal e fui para o ponto de Campinas. Fui bem animado, mas as pessoas estavam com umas caras... Sei lá!

Enfim, outro dia teste de resistêcia. E de paciência. No geral, foi divertido, sim. Divertir também cansa um cadinho. Juntar a galera, porém, não cansa não! Semana que vem tem mais!